sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Uma Bênção chamada Sofrimento

Foi concebido ao Dr. Paul Brand uma enorme verba para estudar sobre a dor, e ele diz “Devemos ser agradecidos pela invenção da dor, Deus fez o melhor. É maravilhoso”, pois “se um órgão tem a necessidade de informar o cérebro da existência de um perigo, ele avisa com a dor”. Um grande exemplo é se alguém tem uma pedrinha no rim, a dor avisa que algo esta errado. Ela é uma estrutura de comunicação.
A dor portando não é um grande erro de Deus, é uma dádiva que ninguém deseja. O mal necessário. Sem ela nossas vidas estariam em perigo e prestes a sofrer decadência.
Muitas vezes ela torna a vida de alguém miserável. Mas, mesmo assim, ela esta cumprindo sua missão.
Dr. Brand tem autoridade para falar sobre a benção da dor, porque ele dedica sua vida trabalhando com pessoas que tem hanseníase (lepra) a doença que ataca o sistema nervoso. Ela age com um anestésico amortecendo as células de dores das mãos, pés, nariz, ouvidos e olhos. Uma pessoa pode rasgar sua mão e não sentir dor alguma, torcer o pé e não sentir dor e mesmo assim continuar usando o órgão afetado. A qualidade anestésica é justamente a razão pela qual surge a tão falada destruição e decomposição do tecido. Eles não possuem um sistema de alarme.
Mas o que podemos aprender com a dor em nossas vidas?
O livro de Jó lida com uma pergunta muito importante: “Se Deus é justo e bom, por que um homem realmente justo para os nossos padrões, tal como Jó sofreu tanto?”.
O sofrimento dos filhos de Deus possui um propósito, podendo ser visto como uma benção.
O sofrimento é uma benção porque nos faz:
1. Reconhecer a soberania de Deus. Pois Jó disse: “Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó 42.2). Jó reconheceu que Deus tem poder para fazer tudo aquilo que em Sua perfeita sabedoria e vontade Ele deseja fazer.
2. Jó também reconheceu sua ignorância : “Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia” (Jó 42.3b). A partir do momento que Jó reconhece a Onipotência e a Soberania de Deus, ele percebe a sua falta de conhecimento e entendimento acerca da maneira como o Senhor age.
A terceira atitude nesta passagem que caracteriza o sofrimento como uma benção é que:
3. Nós enxergamos a Deus no sofrimento. “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem”. (Jô 42.5)
Depois de tudo isto, Jó passou a enxergar o Senhor.
Agora Jó compreende o propósito divino em sua vida. Entende que todo aquele sofrimento e dor produziram um grande crescimento espiritual em sua vida.
Você tem enxergado, ou questionado a Deus em seu sofrimento?



Eternidade… onde?

Aonde você está indo? Onde estará amanhã? Onde estará nos anos vindouros? Você não tem certeza? Mas espere! Esta pergunta você precisa responder: onde estará na eternidade? É fundamental que você encontre a resposta para esta pergunta, pois dela depende seu destino eterno!
Esta vida é apenas “um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece” (Tiago 4:14); “pois tudo passa rapidamente, e nós voamos” (Salmo 90:10). Prezado leitor, esta vida está acabando… E depois, para onde vamos? O que acontece depois da morte?
Diz a Bíblia: “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disto o juízo” (Hebreus 9:27). E este juízo é descrito com mais detalhes no último livro da Bíblia:
“Vi um grande trono branco e Aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Ví também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então se abriram livros. Ainda outro livro, o livro da vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras, conforme o que se achava escrito nos livros. Deu o mar os mortos que nele estavam. A morte e o além entregaram os mortos que neles havia. E foram julgados um por um, segundo as suas obras … E quem não foi achado inscrito no livro da vida foi lançado para dentro do lago de fogo” (Apocalipse 20:11-15).
Veja o resultado solene daquele juízo; quem não tem o nome no livro da vida (isto é, quem não tem a vida) será condenado! Portanto, se você não tem a vida, seu nome não está no livro da vida, e seu destino eterno é o lago de fogo. Já pensou nisto? Uma eternidade em tormentos?
Além do lago de fogo, a Bíblia só apresenta um outro destino eterno: a presença de Deus, o céu, onde está “o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a Sua face … Então já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos” (Apocalipse 22:3-5).
Que contraste! Alguns sofrendo para sempre porque não têm a vida; outros, que têm a vida, reinando pelos séculos dos séculos! E onde estará você? Sofrendo ou reinando? Tudo depende disto: você tem a vida eterna, ou não?
Mas como é isto? Como posso saber se tenho a vida? Ouça, mais uma vez, a Palavra de Deus: “Quem tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o filho de Deus não tem a vida” (I Epístola de João 5:12). E outra vez: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem não crê no Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (Evangelho de João 3:36). Você tem o Filho de Deus (e somente Ele) como o seu Senhor e Salvador? Reconhecendo ser um pecador, você crê nEle (e somente nEle) de todo o seu coração, como sendo o único que pode levar você ao céu? Se Ele é o seu Salvador, se você tem o Filho, então você também tem a vida, e seu destino eterno é o céu.
Quem sabe, porém, você não crê de todo o coração no Senhor Jesus; quem sabe você ainda confia em religião, boas obras, penitências, rezas, etc; prezado leitor, se esta for a sua situação, então entenda que você não tem o Filho de Deus, não tem a vida eterna, e está caminhando para a condenação eterna.
Eternidade… onde? Ela está chegando. Mais cedo do que você imagina, você estará na eternidade; mas… onde? Nos céus, na glória com Deus? Ou no tormento eterno do lago de fogo? Pense com cuidado… a morte é uma passagem para a eternidade, uma passagem só de ida.

W.J.Watterson





quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Sabedoria de Salomão

Salomão, o terceiro rei de Israel, filho do grande Davi, governou na época áurea de Israel. Quando Deus disse que daria a Salomão qualquer coisa que ele quisesse, o rei pediu compreensão e discernimento (I Rs 3,5-14). Esse pedido agradou a Deus. Ele não apenas tornou Salomão um sábio como também deu-lhe grande riqueza, poder e uma era de paz. O rei construiu o glorioso templo em Jerusalém (I Rs 6) e escreveu a maior parte do livro de Provérbios.
O homem mais sábio que já viveu, Salomão, deixou-nos um legado de sabedoria, que foi compilado em três livros: Provérbios, Eclesiastes e Cantares. Sob a inspiração do espírito Santo, o rei registrou pensamentos e diretrizes práticas para a vida do ser humano.
Uma das maiores responsabilidades dos pais é encorajar seus filhos a tornarem-se sábios. Salomão revelou como seu pai, Davi, encorajou-o a buscar a sabedoria quando era jovem (I Rs 2,1-9). Este incentivo pode ter levado Salomão a pedir a Deus sabedoria (I Rs 3,9). Esta pode ser transmitida de pai para filho, de geração a geração, mas, em última instância, toda a sabedoria vem de Deus; os pais apenas podem exortar seus filhos a buscarem-na no Senhor. Caso seus pais nunca o tenham ensinado om princípio da sabedoria, você pode aprender com as Escrituras, e deixar um legado de sabedoria para seus filhos.
Quando Salomão era menino, Davi o ensinou que buscar a sabedoria de Deus era a coisa mais importante. Salomão aprendeu a lição. Quando Deus o visitou e resolveu atender a uma petição do novo rei, Salomão escolheu ser revestido de sabedoria divina.
Assim como ele, devemos visar à sabedoria de Deus. Não temos de esperar que o Senhor apareça a nós. Podemos pedir-lhe a sabedoria hoje em oração, corajosamente. O texto em Tg 1,5 nos assegura que Deus atenderá ao nosso pedido.

Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal

O primeiro Amor

E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo. Mateus 24:12-13
O capítulo 24 de Mateus é muito conhecido por todos nós, cristãos, por falar sobre “escatologia” e acontecimentos catastróficos que irão acontecer de uma forma espiritual e literal.
Mas gostaria de chamar a sua atenção para o primeiro versículo deste capítulo 24 que será o nosso texto base. “E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo”. Os discípulos exclamaram elogiando a estrutura do Templo admirados por ser tão belo aquele edifício, a edificação, as dádivas e pedras trabalhadas encantavam os discípulos. Outras referências e colocações Marcos 13:01, Lucas 21:5.
Não é de hoje que nós homens admiramos o exterior, aquilo que esta visível aos nossos olhos.As vezes até escolhemos pela aparência, foi agradavél aos nossos olhos então é bom.
Quase sempre julgamos de uma forma literal apenas pela beleza e aparênte aos nossos olhos.
Mas o Senhor não vê desta forma como o homem. O homem vê o exterior e o Senhor enxerga o interior e a intenção do nosso coração, para o Senhor "Tem que ser belo por dentro".
O templo realmente era algo de chamar atenção, tanto que os três escritores dos evangelhos comentam sobre o assunto e a admiração que tiveram os discípulos. Não houve nenhum erro os discípulos terem elogiado aquele edifício, se estivéssemos lá com certeza ficaríamos de boca aberta pela estrutura e beleza. Mas eu gostaria de falar o estado espiritual que se encontrava aquele templo por dentro. Jesus foi o que mais censurou os homens na aparência e liturgias, quando as suas ações não correspondiam com os seus corações.
Jesus já havia censurado toda a liturgia praticada ali naquele templo. Já era algo visível aos homens, pois toda aquela “glória” explícita em II Crônicas Capítulo 7:15-16, já não existia.
Os pobres e suas ofertas eram desprezadas, havia roubo, partidarismo, desunião, comércio e muita hipocrisia ali naquele lugar.
Jesus retruca aos discípulos afirmando de uma forma literal que não sobraria ali daquele edifício tão magnífico, pedra sobre pedra que não fosse derribada. 70 anos depois aconteceu tal profecia.
Foi-se a glória do templo, outrora alegria, resposta de Deus aos homens, lugar escolhido e chamado casa de oração agora por dentro morte e toda espécie de iniqüidade, bonito por fora e feio por dentro. O que aconteceu? Voltemos ao Antigo Testamento em: II Crônicas 7:19-22
Deus havia dado ao Rei Salomão uma condição para aquele edifício continuassem fazendo a diferença. Veja:
Porém se vós vos desviardes, e deixardes os meus estatutos, e os meus mandamentos, que vos tenho proposto, e fordes, e servirdes a outros deuses, e vos prostrardes a eles,
Então os arrancarei da minha terra que lhes dei, e lançarei da minha presença esta casa que consagrei ao meu nome, e farei com que seja por provérbio e motejo entre todos os povos.
E desta casa, que é tão exaltada, qualquer que passar por ela se espantará e dirá: Por que fez o SENHOR assim com esta terra e com esta casa?
E dirão: Porque deixaram ao SENHOR Deus de seus pais, que os tirou da terra do Egito, e se deram a outros deuses, e se prostraram a eles, e os serviram; por isso ele trouxe sobre eles todo este mal.
Hoje encontra-se apenas um “muro” chamado: Muro das lamentações. Realmente todo aquele edifício resume-se em apenas um muro.
O que está acontecendo com a igreja? Não quero aqui generalizar mas o que vemos nos dias de hoje é que existe apenas um ajuntamento de pessoas chamando isso de igreja, mas na realidade se quer, parece com a igreja primitiva descrita no livro de Atos dos apostolos. Cada vez vemos o mundo entrando e contagiando a igreja. Em vez da igreja transformar o mundo; Romanos 12:2, o mundo está transformando a igreja . Teria a igreja perdido sua indentidade?
Igrejas atuais muito parecidas com aquela igreja chamada de "Sardo" Apocalipse 3:1
É claro e visível a apostasia nestes últimos dias, muitos já abandonaram a fé, outros estão vivendo de aparências por fora justos e religiosos, mas por dentro, hipócritas e mentirosos, tem nome de vivo mas porém estão mortos espirituais. Apocalipse 3:1
Estão como aquele templo em Jerusalém por fora magnífico mas só Deus sabe como anda seu interior. Jesus profetisou sobre isso ainda em Mateus 24:12-13. Veja:
E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.
Como está sua vida meu irmão? Ainda perseveras na fé? Guardas a sã doutrina de Cristo? Ainda sentes amor pelas almas? Estás como no tempo do primeiro amor? O amor por Cristo e sua palavra ainda queima em teu coração?
Se sua resposta for negativa, aconselho-te que voltes ao primeiro amor e arrependa-se enquanto há tempo, pois a porta da Graça está se fechando.
Que esta mensagem nos faça fazer uma reflexão em nossas vidas e que possamos aplicar em nossa vida pessoal como templo espiritual . “Sem a presença sublime de Deus em nossas vidas” não passamos de "templo morto", apenas admirados por fora, com nome e aparência de vivo, mas morto espiritualmente.
Paulo escrevendo aos Efésios 1:15 Reconhece aquela igreja como uma igreja trabalhadora, e que tinha muita fé, e era reconhecida pela união e sua caridade. Mas passados 35 anos, vemos a Igreja de Éfeso recebendo agora uma carta do dono da igreja “Jesus”, onde até reconhecia sua labuta e serviço,mas aconselhava que retornassem ao primeiro amor. Apocalipse 2:4-5

Josiel Dias

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A Candeia do Corpo

"A candeia do corpo é o olho. Sendo, pois, o teu olho simples, também todo o teu corpo será luminoso; mas, se for mau, também o teu corpo será tenebroso" (Lucas 11:34).
De certo você já ouviu dizer que um olhar às vezes fala mais que mil palavras e que em um olhar se podem expressar, às vezes, sentimentos que, com os lábios, faltariam palavras para expressá-los.
Com os olhos se transmitem ou se recebem informações, sejam elas boas ou más; somos totalmente responsáveis pelos nossos olhos. Que informação eles recebem e transmitem? Ou o que andam eles vendo? O que tenho colocado diante deles? Nós vemos, no versículo acima, que todo um corpo pode ser totalmente comprometido e contaminado apenas pelos olhos. Se eles forem bons, todo corpo será luz, será brilho, será benção, mas se forem maus, todo o corpo fica tenebroso e impuro.
Vivemos dias difíceis, onde a prostituição e o erotismo tomaram conta dos jornais, dos outdoors. A televisão tem mostrado quase diariamente, em horário nobre, cenas de nudez e de insinuações de sexo e prostituição. É impossível ler uma manchete dos jornais, expostos nas bancas, sem ficarmos constrangidos, pois eles trazem, muitas vezes estampadas em primeira página, cenas de erotismo e nudez.
Como cristãos estamos dentro de uma cidade envolvida totalmente pelo pecado. Parece que vivemos dias como os de Sodoma e Gomorra. O diabo trabalha e investe pesado na poluição visual neste século XXI. Quais os cuidados que nós, cristãos, devemos ter? O que colocar diante dos olhos? O que ler? O que assistir? Como fugir de tais armadilhas? Filipenses 2:15: "Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo."
Você, meu querido irmão, é livre para ver o que quiser, mas o Apóstolo Paulo escreveu uma advertência: "Todas as coisas me são licitas, mas nem todas, me convêm." Por sermos livres, devemos usar a nossa liberdade para a glória de Deus. Gálatas 5:13: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor."
Lembre-se de que os olhos são a candeia do corpo. O Salmista Davi nos adverte a não colocar nada de mau diante dos nossos olhos (Salmo 101:3). Certa ocasião, um jovem me perguntou: "O crente pode assistir a filmes de terror ou eróticos, já que eu não vejo nenhum problema nisso?". Antes da resposta, fiz-lhe algumas observações: "Seria lícito? Serei edificado os vendo? O que aprenderei com esses gêneros de filmes? O Espírito Santo de Deus não ficará triste com minha atitude, uma vez que a Bíblia nos adverte a não O entristecermos? Efésios 4:30: "E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção." O jovem me respondeu: "Já tenho a resposta."
Querido irmão, o que andam vendo os nossos olhos? Temos total domínio sobre ele. É certo que ninguém evita o imprevisível, o inesperado, o constrangedor, o primeiro olhar, mas temos controle sobre o segundo, o terceiro, quarto olhares. A Bíblia nos adverte a sermos puros, tanto no corpo como na alma e no espírito. Foi em uma olhada prolongada e maliciosa que o Rei Davi arrumou um problema serio para ele. Colheu frutos terríveis pela ação de um olhar tenebroso, o qual subindo para a mente, descendo para o coração, gerou o pecado e uma morte. II Samuel 11:02: "E aconteceu que numa tarde Davi se levantou do seu leito, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa à vista. Este olhar de Davi contaminou totalmente a sua mente fazendo-o pecar."
Após ter colhido os frutos desse olhar, o salmista escreve este salmo maravilhoso, dizendo: "Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim" (Salmos 101:3).
Que Deus nos conceda sabedoria vinda do alto, para percebermos as armadilhas do diabo e vigiarmos no que vemos diariamente.

 Josiel Dias

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Pobreza de Cristo

Se ficamos admirados ao considerarmos as riquezas maravilhosas do Senhor Jesus Cristo, mais ainda havemos de ficar ao descobrirmos que Ele, cujas riquezas eram tão grandes, se fez pobre, e ainda mais, que Ele se fez pobre por amor de nós. A Pessoa de Cristo é uma inspiração para os temas mais diversos, sendo que em todos eles, transluzem lições da maior amplitude.
Este texto glorioso engrandece e expande diante de nós o incompreensível amor de Cristo. Vemos que, por amor de nós, Ele, sendo rico, se fez pobre, despojou-se de tudo quanto tinha. Por isso, jamais nos cansaremos de ouvir falar de amor como este, e esse evangelho de amor divino, sempre alimentará nossos corações. A resposta está em quem o tem experimentado, quem o desfruta atualmente, vivendo em comunhão com o Pai e com o Filho. Este amor excede todo entendimento, mas a nós é dado crescer no conhecimento dele, e assim sempre desejamos ouvir mais a seu respeito, para ficarmos dele embebidos, alimentados.
Consideremos, pois, este fato maravilhoso, que Ele, por amor de nós, se fez pobre. Como podemos entender isto? Que significam estas palavras? A resposta a estas perguntas, encontramos no fato maravilhoso, da vinda de Cristo desde a glória Celeste a este mundo, onde o esperava a vergonhosa cruz. “Cristo Jesus, o qual sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de Cruz” Fil. 2:6-8.
Como Ele se fez pobre?
I- Encarnando-se.
Aniquilou-se a si mesmo, fez-se semelhante aos homens, e foi achado em forma de homem. O mesmo criador que no passado criou todas as coisas e formou o corpo do homem do pó da terra, tomou esta mesma forma e entrou no mundo a que ele próprio tinha dado a existência. Não deixou a sua divindade, mas veio como Deus manifestado em carne. Podemos ler os fatos sublimes da sua entrada no mundo no evangelho de Lucas. Vemos que o anjo Gabriel, após ter anunciado a Maria o nascimento do salvador, disse-lhe: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus” Lcas 1:35. Então, no seio de Maria descansava Aquele que desde sempre estava no seio do Pai; e na pobre aldeia de Belém iniciou a sua vida terrestre em forma de uma criança.
II- Nascendo em uma manjedoura.
“E Maria deu a luz a seu filho Primogênito, e envolveu-o em panos e deitou-o em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” Lucas 2:7. Que pobreza no seu nascimento! E ao mesmo tempo fato maravilhoso! Veio aquele por quem e para quem todas as coisas foram criadas, Aquele que subsistia na gloria eterna com o Pai, antes que o mundo existisse, e vindo não achou lugar, encontrando seu primeiro descanso em uma manjedoura.
Mas, esta pobreza que estamos notando, e que caracterizou a hora de Sua entrada no mundo, está longe de corresponder ao pleno sentido das palavras – “por amor de nós se fez pobre”. A pobreza da encarnação e nascimento, porém, nunca podia conseguir para a consciência atribulada de um pecador, nem a paz, nem o descanso, e Ele ia passar ainda mais profunda experiências de pobreza.
Notemos ainda a história daqueles dias que o Senhor ia crescendo em sabedoria e estatura, até chegar aos dias de seu ministério público mais um caso que o Espírito Santo notou: No fim do segundo capitulo do evangelho de Lucas, lemos como, tendo Ele 12 anos, foi achado no templo, no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os e perante a admiração de Maria, exclamou: “Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” Que consciência de sua personalidade e de sua missão estas palavras revelam!
III- Em Sua profissão.
No evangelho de Marcos lemos dEle ser conhecido como “o carpinteiro”. Aquele que mais tarde disse aos Judeus: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” João 5:17, soube o que era, durante muitos anos, trabalhar com paciência em serviços manuais.
Nazaré era um lugar pobre e pequeno, mas ali teve o seu lar Aquele que desde toda eternidade gozava da comunhão com Deus Pai.
Mas, mesmo assim, esses anos de trabalho e pobreza em Nazaré ainda não nos revelam todo o alcance das palavras: “por amor de nós se fez pobre”.
IV- Passando privações.
De casa. Disse Ele: “As raposas tem covis, e as aves do céus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” Lucas 9:58. E é de supor-se que muitas vezes faltasse à sua cabeça um lugar de descanso.
De alimento. Teve fome, lemos, e dirigiu-se a uma figueira, “mas não achou nela senão folhas” Mat. 21: 18, 19. Aquele que disse outrora: “Minha é a prata e meu é o ouro”, foi socorrido por mulheres que o serviam com seus recursos. Lucas 8:2, 3.
Apesar, de grande a pobreza que Ele experimentou, ainda maior experimentou Ele por amor de nos. Todavia, enquanto como homem, vivia sobre a terra uma vida humilde e pobre, era ao mesmo tempo rico. Sempre gozava as riquezas do amor do Pai. Já vimos, como na idade de 12 anos Ele falava de Deus Pai, como “Meu Pai”. Nunca houve durante aquela vida imaculada um só momento em que Ele perdesse o sentido do amor e da presença do Pai com Ele. Que consolação foi para Ele, em meio às circunstancias pobres em que espontaneamente entrou, gozar a comunhão com o Pai, com aquele de quem Ele dizia: “ Eu e o Pai somos um”.
No principio de seu ministério publico o pai abriu sobre Ele os céus e declarou: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” Mt. 3:17. Mais tarde a mesma voz se fez ouvir de novo, em sentido idêntico, por ocasião de sua transfiguração, Mt. 17:5.
V- Sofrendo no Calvário.
É na história da cruz que descobrimos, por fim, a medida extrema da pobreza que o Senhor aceitou; só na cruz podemos aprender as profundezas da pobreza que experimentou por amor de nós.
E quem pode compreender a pobreza da cruz? O profeta Jeremias, entre as ruínas da cidade amada de Jerusalém, irrompeu num lamento tocante, dizendo: “Oh! Vós todos que passais pelo caminho, atendei, e vede se há dor semelhante a minha dor, que se me fez a mim, com que me entristeceu o Senhor, no dia do furor da sua ira!” Lam.1:12. Os sofrimentos de Cristo foram todos preditos minuciosamente nas páginas do Antigo Testamento. Foram ali prefiguradas nos sofrimentos dos santos de Deus na antiguidade, como sejam Abel, Isaac, José, Davi, etc. Na sua vida e morte o senhor Jesus passou por tudo isso, e todas as profecias a este respeito, nEle se cumpriram. Mas quem poderá medir a agonia da cruz que Ele teve que suportar?
Alguns dos mais celebres pintores tem pintado quadros famosos representando, segundo sua imaginação, essa cena da crucificação. Mas, quem poderá descrever tudo quanto Ele sofreu quando foi entregue nas mãos dos homens, quando foi escarnecido, açoitado, esbofeteado, e por fim despido e cravado na cruz, tendo sobre a cabeça uma coroa de espinhos? Ali, pendurado, tornou-se alvo do escárnio dos homens e da admiração dos anjos. Desamparado pelos próprios discípulos, achava-se sozinho nessas horas de sofrimento e dor. “Se fez pobre por amor de nós”.
VI- Nos seus sofrimentos vicários.
Embora os sofrimentos e a vergonha, as tristezas e a agonia impostas ao Senhor pelos homens, não se possam medir, mesmo assim não nos dão a medida completa de Sua pobreza. Havia para Ele uma pobreza maior do que aquela que se podia calcular pelos sofrimentos físicos. Escutemos por um momento a maneira como o Espírito Santo nos descreve o que se passou com o Senhor no Jardim de Getsêmani, logo antes da traição e cruz, e iniciaremos a descoberta pois ali estava a gota mais amarga do cálice do Senhor: “E quando chegou àquele lugar, disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação. E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e pondo-se de joelhos, orava dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice, porém, não se faça a minha vontade, senão a tua. E apareceu um anjo do céu que o confortou. E, posto em agonia, orava mais intensamente. E o seu suor fez-se como grandes gotas de sangue, que corriam até o chão” Lucas 22:40-44.
Qual o motivo dessa terrível agonia? Porventura recuava Ele diante do sofrimento físico que O esperava, do sofrimento e da vergonha da cruz? Não, por certo; pois, lemos que “pelo gozo que lhe estava proposto, desprezou a afronta e suportou a cruz” Heb. 12:2. E mais, o que Ele mesmo disse: “Ninguém tira de mim a vida, mas eu de mim mesmo a dou..”
Ele sabia que teria de passar pela agonia mais tremenda. Teria que esgotar até o fim o cálice que lhe havia sido dado a beber. Qual foi, pois, o ponto supremo da pobreza sofrida por Aquele que sendo rico, por amor de nós se fez pobre? Responde-nos a própria palavra Sagrada: “E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona. E perto da hora nona exclamou Jesus em voz alta: “Eli, Eli, lama Sabactani, isto é, Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” Mateus 27:45-48.
Este clamor terrível, este grito supremo, que saiu dessa escuridão impenetrável, proferido pelos lábios do Senhor, diz-nos tudo. Nessas palavras temos a medida extrema da Sua pobreza.
Chegamos a conclusão que foi por amor de nós que Ele sofreu tudo, que Ele se fez pobre. Foi por amor de nós que Ele veio ao mundo; por amor de nós que subiu a cruz, por amor de nós que bebeu o cálice amargo, por amor de nós foi desamparado por Deus.
Mas, que somos nós para que o Senhor sofresse assim em nosso lugar? Perguntemos como o Salmista: Que é o homem, Senhor, para que te lembres dele? E Paulo responde: “Não se enganem a si próprios. Aqueles que vivem imoralmente – que são adoradores de ídolos, adúlteros ou homossexuais – não terão parte no seu reino. Nem tampouco os ladrões, os bêbados, os caluniadores e os salteadores” I Cor. 6:10, 11.
Todos somos pecadores e culpados do sacrifício de Jesus. Mas o Senhor nos ama. Depois de tudo que ouvimos, será possível que ainda não entendemos a grandeza de seu amor por nós?
Diz-se que Juliano, o grande apostata, quando estava procurando destruir o Cristianismo, nos dias de prosperidade e esplendor de Roma, antes que ele houvesse recebido o Cristianismo, e quando estava procurando pôr os cristãos para fora do Império, recebeu um golpe mortal, e quando tirou a flecha que havia penetrado as suas costas, saiu juntamente uma golfada de sangue com a qual encheu a sua mão, e jogando-a ao céu, exclamou com grande voz: “Venceste Galileu”.
SIM, somos vencidos, vencidos pelo sangue de Cristo, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Todo homem que subir ao céu, subirá pelo caminho do sangue de Cristo, “que se fez pobre por amor de nós”.




segunda-feira, 15 de novembro de 2010

As Qualidades da Palavra de Deus

O texto Hb.4,13, refere-se à Palavra de Deus encarnada como inspirada e registrada nas sagradas escrituras do antigo e do novo Testamentos. Refere-se, de um modo mais geral, a toda e qualquer manifestação da vontade de Deus entre os homens – Cristo e Sua Palavra andam juntos – o que é verdade de Cristo, afirma-se aqui neste livro, dEle e de Sua Palavra ou ensinos.
Por isso o conselho de Jesus aos Judeus de seu tempo e a nós “Examinai as escrituras, porque são elas que dão testemunho de mim”. Ou ainda quando declarou aos principais sacerdotes a razão de cometerem tantos erros “Errais não conhecendo as escrituras e nem o poder de Deus”. Para se conhecer as qualidades da Palavra de Deus é necessário que a examinemos com todo interesse. Mas infelizmente muitas pessoas que a carregam na mão a examinam mal; e outros sequer a examinam.
Queremos aproveitar esses momentos de culto e reflexão para conhecer um pouco mais sobre as qualidades da Palavra de Deus.
I- A Palavra de Deus é Viva.
A Bíblia não é apenas um livro; é uma coleção de livros – 66 maravilhosos livros. Mas o mais importante é que a Bíblia é um livro VIVO cuja vida é:
a)- Abundante: “Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundancia” João 10:10. Lendo-se qualquer livro, sente-se algo de poder que ele transmite, porém, esta vida não se compara com a indescritível vitalidade, unção e força, que nos é transmitida pela Palavra de Deus. É algo sobre humano, que fala, que persuade, que inspira, que conquista nossos corações. A Bíblia é o Livro dos livros, o Livro por excelência – arquivo sagrado das relíquias da vida espiritual, que tem enriquecido de tesouros celestiais as vidas mais preciosas do mundo.
b)- Incorruptível: “Porque vocês têm uma nova vida. Ela não foi transmitida a vocês pelos seus pais, pois a vida que eles lhes deram se desvanecerá. Esta vida nova durará para sempre, pois provém de Cristo, a mensagem sempre vida de Deus aos homens” I Pedro 1:23. A palavra de Deus move, comove e desperta a consciência do mais rebelde pecador. Semelhante a Luz do sol em pleno meio dia, que espanca as trevas, assim é a palavra de Deus na vida do homem, dissipa as mais densas trevas do pecado.
c)- Eterna. “Toda a carne é como a erva e toda a sua gloria como a flor da erva; seca-se a erva e cai a sua flor, mas a palavra de Deus permanece eternamente” I Pedro 1:24, 25. “Passará os céus e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão”. A Palavra de Deus tem uma vida que não envelhece. Qualquer sistema humana, por mais vigoroso que seja, pode envelhecer e perder toda vitalidade, porém, a Palavra de Deus é sempre a mesma, sempre nova. No antigo testamento temos os mais velhos e ao mesmo tempo os mais novos livros do mundo.
II- A Palavra de Deus é Poderosa.
“Porque Deus está operando em vocês, ajudando-os a desejar obedecer-lhe, e depois ajudando-os a fazer aquilo que Ele quer” Fil. 2:13. “Assim é a minha Palavra. Quando Eu falo, Ela sempre produz o fruto que Eu desejo, sempre traz o resultado que determinei” Is. 55:11. A Palavra de Deus é eficiente, poderosa, enérgica e serve para todos os fins sagrados – converter o homem do pecado, convencê-lo e confortá-lo.
Mas a Palavra é poderosa para demolir todas as fortalezas do mal. “Uso as poderosas armas de Deus – e não as que são feitas por homens – para derrubar as fortalezas do diabo. Estas armas podem derrubar todo argumento arrogante contra Deus e toda muralha que possa ser erguida para impedir os homens de encontrá-LO. II Cor. 10:4,5. Esta Palavra é poderosa para derrubar o reino de satanás e estabelecer o reino de Cristo. É mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes. É a espada do Espírito. É a espada de dois gumes que saia da boca de Jesus na visão apocaliptica. Apc. 1:16; Is. 49:2. A Palavra de Deus é viva em cada parte, apta para cortar a consciência e ferir o coração. Ela entra onde nenhuma outra pode entrar e faz a mais profunda dissecação: “penetra até a divisão da alma e do espírito” Isto é: Ela tira a aspereza da alma e tira o espírito orgulhoso e o faz humilde, dócil e obediente. Os hábitos pecaminosos que se tornaram naturais na alma e que se enraizaram na alma – são separados e extirpados por esta espada. Ela tira a ignorância do entendimento, a rebelião da vontade e inimizade da mente que, sendo carnal, é inimizade contra Deus.
Esta espada “penetra até a divisão das juntas e medulas”, isto é, as partes mais secretas, mais ocultas e mais íntimas. É, por fim, a maravilhosa revelação e penetração de Deus ao mais recôndito do coração do homem. Esta Palavra pode tirar as concupiscências da carne e da mente, e impulsiona os melhores desejos dos homens para a mortificação do pecado.
Esta palavra é capaz de “julgar e discernir os pensamentos e disposições do coração”. Como a palavra de Deus atinge a “medula” da humanidade, ela revela os mais secretos e remotos pensamentos e desígnios e pode julgar sabiamente todos eles. Ela descobre perante os homens a variedade dos seus pensamentos e intenções.
III- Precisamos valorizar esta Palavra.
Pois na Bíblia está nossa autoridade. “A fé vem pelo ouvir e o ouvir a Palavra”. Nela está a promessa de felicidade e sucesso. “Bem aventurado o homem que tem o seu prazer na lei do Senhor e na sua Palavra medita de dia e de noite”. Salmo 1º . “Cuidado para não te desviares, nem para a direita e nem para a esquerda…. então serás bem sucedido em tudo quanto fizeres” Josué 1.
Precisamos ter a máxima reverencia a Palavra de Deus, pois ela é um grande auxilio para a fé e para a obediência.
Cientes de nossos males, mortos em nossos delitos e pecados, procuremos na Palavra de Deus, com oração, o remédio da vida eterna, a medicina da virtude eterna, pois a palavra de Deus é viva.
Quando nos sentimos fracos em nossos deveres para com Deus e para com os homens, busquemos na Palavra de Deus, nos ensinos de Cristo e na direção do Espírito santo, o poder de que carecemos diariamente para vencermos o maligno e cumprirmos os nossos deveres.
Desde que a Palavra de Deus é a única fonte perfeita de conhecimento de Deus, que penetra no mais profundo de nosso ser e é a única capaz de discernir os pensamentos e intenções do coração, se quisermos ouvir a voz de Deus, conhecer o nosso estado moral e aplicar o remédio infalível para os nossos grandes males espirituais – precisamos nos olhar através desta palavra que é espelho.
“Bem aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a observam”, disse Jesus. E compara o que ouve a palavra de Deus e obedece a um homem prudente, que edifica sua casa sobre a rocha. Lc. 8:21; 6:47 e 11:28.
O salmista disse: “A tua palavra tenho guardado em meu coração para não pecar contra Ti”. Ponhamos em prática os ensinamentos desta palavra, pois apesar de ser muito poderosa, todavia, ela só faz bem a quem a pratica. Mas é comparada ao medicamento, que só faz bem ao doente que a usa. Pratiquemos pois, os seus ensinos! Pois todos seremos julgados mediante a palavra. “Quem ouve a minha palavra e a rejeita, já tem quem o julgue: a palavra que eu tenho falado, o julgará”.
Tudo que acabamos de ouvir, deve nos inspirar e nos levar a apropriação de seus ensinos para tratar nossa natureza corrompida e pecaminosa, pois ela é lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho. Vivamos em harmonia com a palavra eterna que é o segredo perpétuo de nossa felicidade presente e da salvação eterna.