sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Aviso Sério

 Povo de Deus, levanta-te! Conserva-te de pé, e olha a beira do precipício e vê as negras nuvens que se acumulam. Eis que há morte e destruição, trevas e sombras espessas, e ressoa o clamor dos que se perdem, mas não há quem os escute. Não há nenhuma resposta.
Está escrito: "Hoje é o dia da salvação" (2Coríntios 6.2). E também: "Buscai o Senhor enquanto se pode achar" (Isaías 55.6), porque a noite vem.
Sim, a ira de Deus será derramada sobre os ímpios, aqueles que são mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus, tendo a aparência de piedade mas negando o poder de Deus, que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade. E não haverá mais a mão estendida para salvá-los, como também está escrito:  "Vindo como tempestade o vosso temor, e vindo a vossa perdição como tormenta, sobrevindo-vos aperto e angústia, então a mim clamarão, mas eu não responderei, me buscarão, mas não me acharão. Visto que aborreceram o conhecimento, e não preferiram o temor do Senhor, visto que não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão, comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos. Porque o desvio dos tolos os matará, e a prosperidade dos loucos os destruirá" (Prov. 1.27-32).  O Senhor Jesus tem clamado com misericórdia, e pacientemente estendido o seu braço, todos os dias, a fim de atrair um povo ingrato e rebelde.
 Sim, Jesus tem falado desde os céus, e as Suas palavras não têm tido nenhuma acolhida. Jesus tem falado também através de seus servos, usando todos os meios de comunicações modernos existentes, e os corações duros e rebeldes têm permanecido como pedras derretidas. As suas vozes escarnecedoras têm-se levantado em desafio a Deus, mas não haverá ninguém que os livre. Não há salvação para eles (porque eles mesmos não querem essa salvação), e assim todos descem juntos ao abismo. Perecem na sua loucura. O dia da misericórdia de Deus está chegando ao seu fim, e o dia do julgamento se aproxima. Os céus estão cheios da glória de Deus. Sim, Jesus está voltando.
 Os servos de Deus devem abrir o coração e não temer as coisas que irão acontecer sobre a terra, porque o Senhor Jesus ajuntará o seu povo a Ele, e na hora da destruição seus escolhidos já não estarão aqui nesta terra manchada pelo pecado. O fogo destruidor não atingirá o povo de Deus. O amor de Deus é profundo e permanente, constante e terno. Ele nunca muda.
Nação se lavantará contra nação, e a guerra se desencadeará numa devastação mundial; não adianta a humanidade se debater contra as muralhas do inevitável.
 Amigo, o coração do Senhor Jesus ainda é manso e humilde, e os Seus pensamentos a respeito do seu povo ainda são pensamentos de ternas misericórdias. Embora se erga o terror de cada lado, os servos de Deus contemplarão e verão com os seus olhos a recompensa de todos aqueles que não querem um compromisso sério com Deus.
 "Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba,porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão" (Oséias 14.9).

Autor: Adail Campelo

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A soberba leva à destruição

 Logo que ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da gaita de foles, e toda a sorte de música, prostar-vos-eis, e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado.Daniel 3. 5 – 6
Nabucodonosor é considerado o maior rei que a Babilônia já teve e, tendo em vista todo o poder que teve e as vitórias alcançadas, tornou-se muito orgulhoso, a ponto de ter chegado a se considerar um deus, sendo convencido a construir uma estátua de ouro que todos deviam adorar. O que ele não conseguiu entender foi que todas aquelas vitórias faziam parte de um plano de Deus para atingir os Seus propósitos e o rei achou que tudo o que estava acontecendo era obra sua.
O interessante é que Deus chamou a sua atenção para o risco da sua soberba, porém este sentimento tornou-se impossível de ser controlado e ele chegou a insanidade de achar que era mais poderoso que o Senhor.
Nabudonosor faz parte do passado, porém o sentimento que se apossou de seu coração nunca foi tão atual. O homem, por mais exemplos que venha a ter e por mais conselhos que receba, continua caminhando na mesma estrada do orgulho e da soberba, não conseguindo se livrar do anseio da vanglória e da exaltação, achando-se um deus da mesma forma que aquele rei.
Sendo assim, resolvemos escrever este texto tentando traçar um paralelo entre a humildade e o orgulho, buscando na Palavra, especificamente no livro de provérbios, versículos que tratam deste assunto, com o propósito de tentar mostrar os resultados que estes dois sentimentos podem provocar em nossas vidas.
Provérbios 11.2 – Em vindo a soberba, virá também a afronta; mas com os humildes está a sabedoria – O versículo está nos falando de uma forma muito clara que a pessoa que é orgulhosa acabará sendo humilhada e que a sabedoria se encontra com aquelas que trazem a humildade dentro do seu coração, isto é, ele nos mostra que a humildade nos leva à sabedoria, enquanto a soberba à desgraça.
Provérbios 13.10 – Da soberba só provém a contenda; mas com os que se aconselham se acha a sabedoria – O versículo fala por si só e está nos dizendo que aquela pessoa que é orgulhosa, vai se deparar, ao longo de sua caminhada, com muitas brigas, porém, aquele que busca o conselho, está usando de muita sabedoria, ou seja, a humildade produz o discernimento da busca da sugestão, enquanto da soberba produz discussões.
Provérbios 16.5 – Todo o homem arrogante é abominação ao Senhor, certamente não ficará impune – Neste, a palavra é pesada e nos diz que o Senhor detesta todos os orgulhosos e que eles não escaparão do castigo, de forma alguma, isto é, a pessoa humilde será conduzida à honra, enquanto a orgulhosa será castigada e destruída.
Provérbios 18.12 – Antes da ruína eleva-se o coração do homem; e adiante da honra vai a humildade – Aqui, de forma muito clara, e bastante contundente, nos é mostrado que a pessoa que se deixa dominar pela soberba está caminhando, a passos largos, para um fim trágico, entretanto aquela que é humilde será respeitada, resumindo, o orgulho no encaminha para a ruína, enquanto a humildade nos leva para a honra.
Provérbios 29.23 – A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra – Mais uma vez a Palavra está nos dizendo que o humilde será honrado, enquanto o orgulhoso acabará sendo humilhado, enfim, novamente, fica muito claro que humildade nos conduz ao reconhecimento enquanto ao orgulho traz humilhação.
Está muito claro nos textos que vimos que o orgulho não é um sentimento saudável, pelo contrário, ele pode nos levar a conseqüências inimagináveis, leva-nos a atitudes que fogem ao razoável, e o pior, faz-nos perder, muitas vezes, o controle das coisas e de nós mesmos. Você que está lendo o texto pode estar pensando que estamos exagerando, entretanto, infelizmente, não estamos.
A soberba nos leva a reagir com violência por coisas pequenas, leva-nos à busca de reconhecimento por coisas que não merecemos, faz com que venhamos a assumir créditos que deveriam a ser dados a outras pessoas, nos torna pessoas preconceituosas, afeta de forma muito forte os nossos valores, interfere em nossa capacidade de discernir com clareza os problemas do cotidiano, faz com que não reconheçamos os nossos erros, e o pior, é totalmente incompatível com os ensinamentos de Jesus.
A Palavra de Deus é muito clara nos exortando a rejeitar o orgulho, e “olhos altivos” vem em primeiro lugar na lista das coisas de Deus odeia, conforme o constante em Provérbios 6. 16 a 19, que diz assim: “Há seis coisas que o Senhor detesta; sim, há sete que ele abomina: olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derrama sangue inocente; coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam em correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contenda entre irmãos”.
Finalizando a escolha sempre será nossa, porém ficam muito claros os resultados prejudiciais que orgulho pode provocar em nossas vidas, principalmente quando comparados com a humildade.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Namorar, ficar ou transar?

O homem um ser social- O ser humano foi criado para viver em comunhão: primeiro, com o seu Criador (relação vertical); e, depois, com os seus semelhantes (relação horizontal). Na verdade, esse é o plano divino para nossas vidas. Foi o próprio Senhor Deus quem declarou: "Não é bom que o homem esteja só..."(Gn. 2: 18). Lemos, ainda, na Sua Palavra que "Melhor é serem dois do que um..." (Ec 4:9). Portanto, a solidão se opõe ao plano divino, e, por isso mesmo, resulta em várias feridas na alma, tais como: sentimento de desconforto, de inutilidade; auto-estima baixa; depressão; ausência de laços afetivos; prostração; e, até mesmo, saudade.
Para vencer a solidão, precisamos de amizade, simpatia, empatia, cooperação, namoro, casamento. Sentimos necessidade de amizade verdadeira, de alguém que chegue quando todos saem, isto é, alguém que permaneça ao nosso lado quando mais ninguém está. Mas, por outro lado, a solidão não pode levar a pessoa a aceitar qualquer tipo de relacionamento. Quantas vezes já se ouviu: "Ruim com ele (ela), pior sem ele (ela)..." ? Obviamente tal afirmativa não pode expressar uma verdade, não é mesmo?
O que é ficar ?
Atualmente, a palavra "namoro" está fora de moda...para alguns. Agora, a maioria adolescentes e jovens "ficam". O que é há de diferente?
Já vimos que o namoro é um momento muito importante na vida da pessoa. ficar, segundo o que os jovens definem é “passar tempo com alguém, sem qualquer compromisso. Pode, ou não, incluir intimidades, tais como: beijos, abraços e mesmo, relações sexuais." Portanto, o ficar nada tem a ver com o namorar. Infelizmente, quando um jovem fala sobre "namoro", no sentido sério da palavra, torna-se, muitas vezes, alvo de piada e gozação, por parte dos colegas. Isso é um resultado (da distorção dos valores morais que vem sendo feita, principalmente pelos meios de comunicação). Nossos jovens sofrem a influência da mídia que apregoa a sensualidade e a liberação dos impulsos, sem censuras como forma de atuação prazerosa e mais autêntica, mais satisfatória. Tal comportamento leva à promiscuidade sexual, com suas tristes conseqüências.
Na década de 60 (no Brasil, a partir de 70/80), começou uma revolução sexual na Europa, enfatizando que homens e mulheres podiam desfrutar de direitos iguais, inclusive no "sexo livre". O que importava era a satisfação pessoal; a sensação do momento, sem a necessidade de qualquer ligação de sentimentos entre os parceiros. A queda, de lá para cá, foi vertiginosa e, assim, o namoro foi sendo deixado de lado e houve grande adesão ao ficar. Os jovens são pressionados a abandonar hábitos conservadores e a adotar as práticas pecaminosas ditadas pela cultura social.
Embora, aparentemente, haja muitas vantagens no “ficar", as desvantagens, especialmente para a mulher, são inúmeras também. Entre elas, podemos mencionar o fato de que ela vai ficar mal vista, mal falada, vai estar sujeita a uma gravidez indesejada, enfim muitas são as tristezas. É importante que você, mulher, se lembre de que não é um objeto descartável: usado agora, jogado fora depois. Infelizmente, os jovens evangélicos são alvo da mesma pressão e da mesma gozação. Por isso, apenas uma minoria discorda dos padrões e das práticas pecaminosas ditadas pela cultura secular. Os jovens -homens e mulheres -principalmente os que querem levar Deus a sério em suas vidas, precisam observar, cuidadosamente, o que Ele diz em Sua Palavra, antes de envolver-se com alguém. É óbvio que o "ficar" não deve ser uma prática para esses jovens.
E o transar ?
Este é um tema que tem sido alvo de muitos debates e discussões. Parece que agora, é muito "careta" quem não transa, não é mesmo? Por isso, as pessoas que ainda querem ser sérias nos seus relacionamentos, acabam passando por situações bem desagradáveis. São objeto de gargalhadas de ironias, de dúvida por parte de colegas, de escola ou de trabalho - de pessoas mais velhas e - pasmem! - de ”irmãos e irmãs” da igreja. Além disso, as jovens ficam com medo de "perder" aquele rapaz "lindo e maravilhoso" e cedem à tentação, quando ele diz: "Querida, prove que me ama realmente e transe comigo... "Este é o golpe mais velho e mais baixo que existe! Ele, na verdade, não a ama, não está nem um pouco preocupado com ela nem com as conseqüências que ela - apenas ela - vai enfrentar! Ele só quer se divertir com o corpo dela! A única resposta para esse convite é a mesma de sempre: "Se você realmente me ama, poderá esperar pelo casamento.” Muitos jovens cristãos acabam cedendo às pressões da mídia , dos colegas, dos amigos e começam a achar que o que todo mundo faz é que está certo e que eles não podem se apresentar como seres alienígenas. Passam a viver "uma vida dupla: na igreja, são os certinhos; fora dela, agem conforme seus desejos mandarem."
Mas a Palavra de Deus condena o "transar", pois afirma que a relação sexual é um privilégio do casamento. Na verdade, ela é a terceira etapa, e não a primeira. "Em Gn. 2:24, lemos: Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Desde Adão e Eva, o próprio Deus ordenou que houvesse uma formalização do compromisso matrimonial, através do deixar pai e mãe, com a bênção destes que são autoridades, sobre nós, enquanto solteiros. Além destas autoridades, devemos obediência às leis do nosso país. Num segundo passo, o homem se une à sua mulher. A referência é àquela mulher com quem vai se casar, e não a qualquer mulher que se olhar na rua. Assim, numa terceira etapa, os dois serão uma só carne. Só após as duas primeiras terem sido cumpridas, é que vem a hora da relação sexual, e não antes. Esta idéia existe tanto no Velho como no Novo Testamento, pois este versículo é citado por Jesus (Mt. 19:5) e por Paulo (I Co. 6: 16)."
Deus não estimula, de jeito algum, a "transa". Muito pelo contrário. Várias passagens bíblicas, condenam o relacionamento sexual fora do casamento: At. 15:29; 21 :25; I Co. 6: 13-18; II Co. 12:21; I Ts. 4:3- 5. Entretanto, Hb. 13:4, Deus valoriza o casamento. Lemos ali: "Digno de honra entre todos, seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros". Deus também aprova a relação sexual dentro do casamento. "Para o povo judeu, a relação sem pecado, era aquela em que as pessoas entravam virgens para o casamento, como descrito em Dt. 22:13-21."
Querida jovem, sei que você precisa de muita força para enfrentar tudo o que o mundo está exigindo e oferecendo para você. Entretanto, procure se fortalecer com a Palavra de Deus, ocupar sua mente e seu tempo com coisas boas e aceitar o desafio de ir contra a maioria. Lembre-se de que quando sabemos que somos amados pelo que somos, e não pelo nosso físico, tornamo-nos mais saudáveis mentalmente e nos expressamos mais livremente, porque já não tememos a rejeição. já não precisamos nos preocupar em como vamos agradar o nosso companheiro. Lembre-se. também do que dizem as Escrituras em Eclesiastes 12:1 "Não deixe o entusiasmo da mocidade fazer com que você esqueça seu Criador. Honre a Deus enquanto você é jovem, antes que os dias maus cheguem, quando você não vai mais ter alegria de viver."
A oração ainda é essencial
Depois de considerar, racionalmente e não emocionalmente apenas, se a pessoa que você escolheu é alguém com quem você gostaria de passar toda a sua vida leve o assunto para Deus em oração. Há um hino que diz que não precisamos perder a paz quando levamos nossos problemas ao nosso amigo Jesus, pois Ele sempre nos atende em oração. Espere pelo Senhor (Salmo 27: 14). Ele sempre sabe o que é melhor para você. Nunca tome uma decisão nunca inicie um envolvimento sem ter certeza de que Deus está abençoando esse relacionamento, de que é aprovado por seus pais e de que você ama realmente aquela pessoa. Com certeza, você será bem sucedida na escolha que fizer.
O fim do namoro é o casamento
A finalidade, o objetivo do namoro é o casamento; mas o casamento não é o fim do namoro. Na verdade, o namoro deve continuar pelo resto da vida a dois. O namoro continua sendo muito importante dentro do casamento. Quando o fim do namoro é o casamento, grandes são as chances desse casamento desmoronar.
É interessante que, durante o período de namoro, muitas são as juras de amor eterno, os presentes, os programas, as roupas bonitas, os penteados cheios de cuidados, os perfumes, as gentilezas etc. Entretanto, aqueles que consideram que o fim do namoro é o casamento, abandonam todas ou quase todas essas práticas e passam a agir de modo totalmente inverso! Essa é uma das razões pela qual os casamentos acabam durando muito pouco. É preciso continuar perdoando, amando, protegendo e valorizando o cônjuge. Muitos maridos passam a agir exatamente como agiriam após haverem "transado" com a namorada - isto é, passam a tratar a esposa com indiferença, sem qualquer interesse nela. Por outro lado, as mulheres também, muitas vezes, perdem todo o encanto, pois já não se arrumam como se arrumavam, já não usam aquele perfume que o namorado tanto apreciava (quando não ficam mal-cheirosas), esquecem-se de que o seu corpo é "o templo do Espírito Santo" e deixam de cuidar dele, tornam-se relaxadas com tudo. Tanto o marido como a mulher precisam estar atentos para que o namoro tenha sua continuação no casamento. Esposas continuam gostando de ganhar um presente, de receber flores, de sair para jantar, de ouvir elogios sobre sua aparência etc., exatamente como quando eram namoradas. Os esposos, por sua vez, continuam gostando de ver sua "namorada" com os cabelos penteados, limpas, cheirosas, de comer algo feito especialmente para ele, de ouvir palavras de amor. "Lembre-se de que a frase Eu amo você! , dita sincera e freqüentemente, afofa o terreno do relacionamento e pré-dispõe o aprofundamento de raízes.

Autor: Sylvia Oliveira Nocetti

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sobre produtos e marcas envolvidas com o satanismo

Antes de ir fazer missão nos E.U.A., eu acreditava em muita coisa que armavam de colagens e inventavam, a respeito da Procter&Glamber, Coca-cola, Walt Disney, e ao chegar lá descobri que tudo não passava de uma grande armação de concorrentes desonestos para vender mais. Por exemplo, me mostraram quando eu era mais nova que o dono da Procter&Glamber era satanista e até me mostraram recorte de jornal. Moral da História, o cara é de New Jersey, é cristão e sustenta muitos missionários no mundo todo. A fórmula da Coca-cola, por exemplo, foi criada por um Metodista e a sociedade de mulheres da Igreja Metodista nos Estados Unidos detêm uma parte das ações e ajudam a sustentar missionários, e quando elas descobriram que a Coca-cola do Brasil criou uma cerveja, a Kaiser, elas deram a eles meses para venderem, desfazer a marca ou passariam a representar Coca-cola no Brasil diretamente. Eles tiveram que vender rapidinho.
Walt Disney, antes de morrer, vendeu muitas ações do parque, e seus personagens, e acredite, para a Igreja Batista do Sul, a segunda maior Igreja americana, que ainda é detentora de 35 por cento das ações. No ano de 1985, os gays americanos (que fazem a maior passeata gay do mundo que duram 3 dias a cada ano), resolveram pedir para fechar o parque por 3 dias para que a passeata fosse lá na Disney da Flórida. A Igreja Batista do Sul juntou com outros acionistas, que eram católicos tradicionais, e formaram maioria e não permitiram. A partir daí, os gays começaram a avacalhar, por pura retalição a Disney, insinuando que houvesse mensagens subliminares nos desenhos da Disney com apologia à pornografia.
Em tempo, a Hello Kitty não é uma boneca sem boca que uma mulher americana que teve uma filha sem boca consagrou ao diabo, antes, trata-se de uma boneca estritamente japonesa, e os gatos lá, tanto como na China, são animais que, segundo se diz, traz saúde, paz e dinheiro, e tem uma turminha de gatos da qual a Hello Kitty faz parte.


 
* Trecho da resposta dada por Neiva Brum Teixeira Gomes, missionária metodista brasileira nos EUA, à uma amiga pelo orkut, depois que esta lhe enviou um vídeo que relacionava tais marcas e personagens ao Satanismo.

O Julgamento do Grande Trono Branco

“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.  E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.  E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.  E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.  E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” (Ap 20:11-15)
A última rebelião é [imediatamente] seguida pelo Julgamento do Grande Trono Branco, sobre os não salvos. Esta é a segunda ressurreição e a segunda morte. A primeira ressurreição [mesmo em etapas] foi aquela dos salvos, enquanto que a segunda é a dos que não foram salvos. A primeira morte é a separação entre o espírito e o corpo, enquanto que a segunda é a separação eterna de Deus, no Lago de Fogo.

1. SUA COMPOSIÇÃO [do trono]
É um trono, que descreve a majestade e grande autoridade de Deus. Este é o trono do Rei dos reis e Senhor dos senhores, o trono onde cada sim é sim [absoluto e final] e cada não é não [absoluto e final], para além do qual não há mais possibilidade de recurso, de apelo [, muito menos de "segunda chance"].

2. SUA COR (Apocalipse 20:11 “E vi um grande trono branco, ...”)
Branco significa santidade e retidão. Trata-se do trono do santo [e final] julgamento de Deus contra todos os pecados. Não há um arco íris como havia em Apocalipse 4. Não há nenhuma graça, nem misericórdia, não há nenhum pacto de esperança. Em contraste com os crentes, que vêem livre e corajosamente a um "trono da graça", em razão do sangue de Cristo [sobre eles aplicado] (Heb. 4:16, 10:19 “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,”), o descrente é arrastado até um aterrorizador, flamejante trono branco para receber julgamento sem nenhuma diminuição . “Quem parará diante do seu furor, e quem persistirá diante do ardor da sua ira? A sua cólera se derramou como um fogo, e as rochas foram por ele derrubadas.” (Na 1:6 ). “Porque o SENHOR teu Deus é um fogo que consome, um Deus zeloso.” (Dt 4:24 ) “2 Nuvens e escuridão estão ao redor dele; justiça e juízo são a base do seu trono. 3 Um fogo vai adiante dele, e abrasa os seus inimigos em redor.” (Sl 97:2-3 ) “Porque o nosso Deus é um fogo consumidor.” (Hb 12:29 )

3. SEU TAMANHO (Apocalipse 20:11: E vi um grande trono branco ...)
É grande, o que significa a onipotência de Deus. O pecador, que invariavelmente pensa de si como importante e digno de graça, será plenamente consciente de sua insignificância e inutilidade de sua vaidade quando ele ficar diante deste grande trono.

4. SEU OCUPANTE (Apocalipse 20:11 E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles)
O ocupante do trono este é Jesus Cristo, a quem o Pai deu todo o julgamento (João 5:22 “E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo;”). O homem disse, “Mas os seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós.” (Lc 19:14 ) mas agora eles comparecerão perante Ele, contra Quem se rebelaram, e darão conta a Ele.

5. SUA LOCALIZAÇÃO (Apocalipse 20:11 E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles)

A. O pecador ficará sozinho diante de Deus. Todas as outras coisas que ocuparam o seu coração terão desaparecido. O pecador que ignorou Deus e não procurou a vontade de Deus e que adorou e serviu a criatura mais do que o Criador (Rom. 1:25 “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.”) agora ficará sozinho diante do Deus que ele desprezou.

B. A fuga da terra e do céu pode referir-se à destruição pelo fogo descrito em 2 Pedro 3:10-12. (“10 Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão. Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,  Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?”) "A mais natural interpretação do facto de a terra e o céu fugirem é que a presente terra e o presente céu serão destruídos e serão substituídos pelos novos céus e nova terra. Isto é também confirmado pela declaração adicional em Apo 21:1, onde João vê um novo céu e uma nova terra, que substituem o primeiro céu e a primeira terra, que já passaram "(Walvoord).

6. QUEM SERÁ JULGADO (Apocalipse 20:12-13 - 12 E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. 13 E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.)

A. Estes são os não salvos.
Sabemos que estes são os não salvos, porque eles não fazem parte da primeira ressurreição (Apocalipse 20:6 “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos.”) e eles são julgados por suas obras.
Sabemos que estes são os não salvos, porque os seus nomes não estão escritas no livro da vida através da fé em Jesus Cristo. Compare Apocalipse 20:15 (“E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.”). Não há exceções mencionadas.

Sabemos que estes são os não salvos, porque aqueles que crêem em Cristo não serão condenados (João 3:18, 5:24 “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.” “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”). O julgamento dos salvos, aqueles que construíram as suas vidas sobre a fundação de Jesus Cristo, é descrito em 1 Coríntios 3:11-15. Trata-se de um julgamento de obra (singular), em vez de obraS (no plural). O julgamento do crente [no Bema de Cristo, logo após o Arrebatamento] tem o objetivo de analisar a sua obra ou serviço prestado a Cristo, para determinar recompensas ou perdas delas. O julgamento dos incrédulos tem a finalidade de analisar suas obraS (plural), para demonstrar o seu pecado contra a lei de Deus e a sua rejeição da luz de Deus, e justificar a sua condenação eterna. O julgamento da obra do crente pode resultar em perda de recompensa, “... mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.” (1 Cor. 3:15). O julgamento das obras dos descrentes, por outro lado, resulta nele ser lançado para dentro do Lago de Fogo. Nenhuma exceção é mencionada [todos os que não foram salvos durante esta vida, comparecerão ao Julgamento do Grande Trono Branco e serão justamente condenados ao sofrimento indescritível, inimaginável, consciente, eterno, no Lago de Fogo eterno].

B. Estes são os pequenos e os grandes, todos os não salvos. Independentemente da posição que alguém teve em terra, quer rei ou mendigo/paupérrimo, quer desprezado ou aclamado, quer um pecador público ou um em privado, todos os que morrem sem Cristo irão ficar diante de Deus no presente julgamento. Os homens dão tão supremo valor a posição e prestígio neste mundo, mas essas coisas nada significam diante de Deus. Haverá alguns que "ganharam o mundo inteiro", mas que perderam suas almas. Os grandes não são tratados de maneira diferente por Deus. Pecadores são pecadores, e Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10:34 “... Deus não faz acepção de pessoas;” ).

C. Vêm do mar, da morte, e do inferno (Apocalipse 20:13 “E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.”).
O mar é provavelmente mencionado para mostrar que todos os mortos não salvos serão levantados para serem julgados, mesmo aqueles que morreram no mar e que não têm local de sepultura. Poderia também referir-se à inundação dos dias de Noé e à destruição daquela geração.
Morte e inferno trabalham juntos; a morte tomando a alma do homem para fora e longe de seu corpo, e o inferno sendo o lugar onde as almas dos homens descrentes estão encarcerados.

7. BASE PARA O JULGAMENTO (Apocalipse 20:12-13 - 12 E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. 13 E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.)

A. Será um julgamento de obras, e isso significa que todos os que serão julgados ante este Grande Trono Branco serão condenados, pois todos são pecadores (Romanos 3:9-18), e “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.” (Isaías 64:6). Salvação, por outro lado, não é pelas obras, mas é pela graça de Cristo, que morreu em nosso lugar (Efésios 2:8-9 “8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. 9 Não vem das obras, para que ninguém se glorie;”). A obra (singular) do crente será julgada no Tribunal de Cristo (1 Cor. 3:13 -14 “13 A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um. 14 Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.”), referindo-se a um exame do seu serviço prestado a Cristo, para que o crente receba recompensas ou as perca. Mas os descrentes darão conta de suas "obraS" (plural), referindo-se a seus pensamentos e ações serem julgados pela santa lei de Deus.

B. As "boas obras" de um homem não podem salvá-lo, pois elas não podem comprar o perdão de sem sequer um dos seus pecados. Além disso, como vimos, até mesmo a retidão do homem ou as suas boas obras são como trapo de imundície, diante um Deus triplamente santo (Isa. 64:6 “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.” ).

8. SEUS LIVROS (Apocalipse 20:12 “E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.”)

A. O livro da vida será aberto. Este é o livro que contém os nomes das pessoas de todos os séculos que estão eleitas em Cristo, de acordo com o pré-conhecimento de Deus (Apocalipse 13:8; 17:8 “E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto, desde a fundação do mundo.” “A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.”). A própria existência deste livro irá relembrar todo pecador que um Salvador veio ao mundo para morrer pelos pecados do homem, e que a salvação foi oferecida a "todo e qualquer que a queira" "O Livro da Vida será desenrolado ali, porque muitas pessoas naquela grande multidão têm tido como garantido que os seus nomes estão lá, meramente porque, por acaso, foram listadas no rol de membros de alguma igreja ou sociedade religiosa" (Ironside). “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” (Mat. 7:23).
B. O livro de obras será aberto. É mantido registro de todas as obras do homem, incluindo cada palavra inútil e cada coisa secreta (Mat. 12:36; Lc. 8:17; Rom. 2:16 “Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo.” “Porque não há coisa oculta que não haja de manifestar-se, nem escondida que não haja de saber-se e vir à luz.” “No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho.”). Salmos 50:16-21 descreve o tipo de coisas que serão vistas no Julgamento do Grande Trono Branco. 
(“Mas ao ímpio diz Deus: Que fazes tu em recitar os meus estatutos, e em tomar a minha aliança na tua boca? 17 Visto que odeias a correção, e lanças as minhas palavras para detrás de ti. 18 Quando vês o ladrão, consentes com ele, e tens a tua parte com adúlteros. 19 Soltas a tua boca para o mal, e a tua língua compõe o engano. 20 Assentas-te a falar contra teu irmão; falas mal contra o filho de tua mãe. 21 Estas coisas tens feito, e eu me calei; pensavas que era tal como tu, mas eu te argüirei, e as porei por ordem diante dos teus olhos:”)

C. O livro de Deus [a Bíblia] também vai estar lá. Em João 12:48 Jesus disse, “Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.” Assim, a Bíblia será aberta nessa ocasião como um testemunho para cada pecador.

9. SUA CONCLUSÃO (Apocalipse 20:14-15 - “14 E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. 15 E [todo] aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.”)

A. Nenhum pecador pode estar perante um santo Deus e ser julgados pelas suas obras, sem ser condenado, por isso a conclusão do presente julgamento já está previamente conhecida. Apesar de possivelmente existirem graus de punição no Lago de Fogo (compare Mateus 11:20-24 “... 21 Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! porque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza. 22 Por isso eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no dia do juízo, do que para vós. 23 E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje. 24 Eu vos digo, porém, que haverá menos rigor para os de Sodoma, no dia do juízo, do que para ti.”) todos os julgados serão condenados e enviados para lá [para o Lago de Fogo].

B. Verso 15 (E [todo] aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.) tem outro dos "todo aquele" de Deus Contraste Apocalipse 22:17 e João 3:16. (“E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E QUEM ouve, diga: Vem. E QUEM tem sede, venha; e QUEM QUISER, tome de graça da água da vida.” “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que TODO AQUELE QUE nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”)

C. O castigo é eterno sofrimento consciente. Compare Apocalipse 20:10 (“E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde ESTÁ a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o SEMPRE.”).

10. SUA MENSAGEM PARA HOJE
A mensagem do Julgamento do Grande Trono Branco é que não existe qualquer possibilidade de salvação após a morte, e que o homem deve confiar em Cristo na presente vida, ou ser condenado eternamente. "Agora é o tempo aceitável. Agora um gracioso Salvador espera para receber o primeiro sopro de arrependimento, e Ele responde ao mais fraco grito de fé. Não despreze como não crítico e urgente, não adie para algum outro dia o recebimento da Sua misericórdia oferecida neste momento, não nutra uma esperança de uma vaga segunda chance, mas achegue-se a Cristo agora, e feche a questão agora, e você saberá com toda certeza que você não terá parte na condenação pronunciada no Grande Trono Branco. O próprio Senhor disse, “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, TEM a vida eterna, e NÃO entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.” (Jo 5:24)”

David Cloud

domingo, 20 de fevereiro de 2011

As uvas de escol

O grande princípio da vida divina é a fé —uma fé simples, enérgica e sincera—, uma fé que simplesmente se apossa e goza de tudo o que Deus nos tem dado; uma fé que põe a alma na posse das verdades eternas e que aí a mantém de uma maneira habitual. Isto é certo para o povo de Deus em todas as épocas; a divisa divina é sempre: “Conforme a vossa fé vos seja feito.” (Mateus 9:29 )(1) Não há nenhum limite. A fé pode apoderar-se de tudo o que Deus revela; e tudo o que a fé pode segurar, a alma pode desfrutá-lo de forma permanente.
É bom ter isto presente. Todos nós vivemos muito, mas muito, por debaixo do nível dos nossos privilégios. Muitos de nós estamos satisfeitos por nos movermos a uma grande distância do bendito Centro de todos os nossos gozos. Estamos contentes simplesmente por conhecer a salvação, gostamos muito pouco da santa comunhão com a pessoa do Salvador. Conformamo-nos, meramente, por saber que existe uma relação, sem cultivar, com afinco e zelo, os afectos que lhe pertencem. Esta é a causa de grande parte da nossa frialdade e esterilidade. Assim como no sistema solar quanto mais longe do Sol se acha um planeta, mais frio é o seu clima e mais lento o seu movimento, assim também, no «sistema espiritual», quanto mais se afaste alguém de Cristo mais frio será o estado do seu coração no que diz respeito a Ele e mais lento o seu movimento em torno d’Ele. Por outro lado, o fervor e a presteza serão sempre o resultado de uma sentida proximidade a esse Sol central, a essa grande Fonte de calor e luz.
Quanto mais penetremos no poder do amor de Cristo e mais realizemos a Sua permanente presença connosco, mais intolerável sentiremos o que é estar um minuto longe dEle. Tudo aquilo que tenda a afastar os nossos corações dEle ou o que se interponha entre Ele e a nossa alma, ocultando a luz da Sua bendita face, será temido e evitado. O coração que tenha aprendido de verdade algo do amor de Cristo, não pode viver sem Ele; e mais, deve desprender-se de tudo por este amor. Quando está longe dEle, nada sente excepto a tenebrosidade da meia-noite e a gelada brisa do Inverno. Mas, na Sua presença, a alma pode remontar-se para cima como a cotovia que se eleva para o azul e brilhante céu para saudar, com o seu alegre canto, os raios do Sol que assomam pela manhã.
Não há nada que tão profundamente mais manifeste a arraigada incredulidade dos nossos corações que o facto de que sejamos tão poucos os que pensamos alguma vez em aspirar a ir mais além do simples abc, quando o nosso Deus quereria ter-nos gozando a comunhão com as mais elevadas verdades. Os nossos corações não suspiram —como deveriam— pelos mais altos caminhos da erudição espiritual. Conformamo-nos com ter assentado os alicerces, e não nos preocupamos —como deveríamos— por juntar todo o atinente ao edifício espiritual. Claro está que não podemos prescindir do abc, ou fundamento; isso seria, evidentemente, impossível. O erudito mais avançado tem de levar consigo o abc, e quanto mais alto se construa o edifício, mais se fará sentir a necessidade de um fundamento sólido.
Mas consideremos o povo de Israel. A sua história está cheia de ricas instruções para nós. “Estão escritas para aviso nosso” (1Co 10:11). Devemos contemplar os israelitas em três posições diferentes, a saber: —Resguardados pelo sangue;—Triunfantes sobre Amalek; e, —Introduzidos na terra de Canaan.
Ora está claro que um israelita na terra de Canaan não tinha perdido, de modo algum, o valor dos dois primeiros itens. Não se achava menos eximido (2) do juízo, nem menos libertado da espada de Amalek porque estivera na terra de Canaan. De maneira nenhuma, o leite e o mel, as uvas e as romãs dessa formosa terra não poderiam fazer outra coisa que acrescentar o valor desse precioso sangue que os havia preservado da espada do feridor, e contribuir para a prova más indubitável de haver escapado das cruéis garras de Amalek.
Contudo, ninguém se atreveria a dizer que um israelita não deveria ter procurado nada para lá do sangue rociado (3)no dintel (4). Claro está que ele devia ter fixado os seus olhos nas colinas cobertas de vinhas na terra prometida, e ter dito: «Aí jaz a herdade que me tem sido destinada e, pela graça do Deus de Abraão, não estarei satisfeito nem tranquilo até que plante triunfalmente o meu pé sobre ela». O dintel ensanguentado era o ponto de partida; a terra prometida, a meta. Era o alto privilégio de Israel não só ter a segurança da plena libertação da mão de Faraó e da espada de Amalek, mas também cruzar o Jordão e colher as dulcíssimas uvas de Escol. Era um pecado e uma vergonha que, tendo ante si os frondosos racemos (5)de Escol, eles pudessem alguma vez desejar “os alhos-porros, as cebolas e os alhos” do Egipto.
Mas, a que se deveu isto? Que foi o que os deteve? Precisamente aquilo tão ofensivo que dia a dia e momento a momento nos priva do precioso privilégio de subir aos mais altos degraus da vida divina. E, de que se trata? Da INCREDULIDADE! “E vemos que não puderam entrar por causa da sua incredulidade.” (Hb 3:19). Isto foi o que fez com que Israel andasse errante pelo deserto durante quarenta tediosos anos. Em lugar de mirar o poder de Jeová para fazê-los entrar na terra, miraram o poder do inimigo para impedir que entrassem nela. Assim foi como fracassaram. Em vão os espias —quem eles mesmos propuseram que fossem enviados (Dt 1:22 ) (6) deram uma informação muito atractiva do carácter da terra (7). Em vão puseram ante os olhos da congregação um racemo (8) das uvas de Escol, tão volumoso que teve de ser trazido por dois homens num pau. Tudo foi inútil. O espírito de incredulidade havia-se apoderado dos seus corações. Uma coisa era admirar as uvas de Escol quando foram trazidas até à entrada das suas tendas pela energia de outros, e outra, muito distinta, era ir por si mesmo, com a energia da fé pessoal, ir colher essas uvas.
E, se doze homens puderam chegar até Escol, porque não conseguiriam seiscentos mil chegar até Escol? Acaso a mão que protegeu os espias, não poderia, do mesmo modo, proteger todo o povo de Israel? A fé diz: «sim», mas a incredulidade evade a responsabilidade e acovarda-se ante as dificuldades. O povo não estava mais desejoso de avançar, depois do retorno dos espias, do que antes deles terem sido enviados. O povo achava-se num estado de incredulidade, tanto no princípio como no fim. E, qual foi o resultado disso? Por que é que de seiscentos mil homens que saíram do Egipto só dois tiveram a energia suficiente para plantar os seus pés na terra de Canaan? Isto relata-nos algo; profere uma voz que ressoa com força; ensina-nos uma lição. Oxalá que tenhamos ouvidos para ouvir e corações para entender!
Alguns talvez possam arguir que todavia ainda não havia chegado o tempo para que Israel entrasse na terra de Canaan, “porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia” (Gn 15:16). Isto é tratar só de um lado da questão, quando deveremos considerar os dois lados do assunto. O Apóstolo declara expressamente que Israel não pode “entrar por causa da sua incredulidade” (Hb 3:19). Não aduz como razão “a maldade do amorreu” nem nenhum secreto conselho de Deus a esse respeito. Simplesmente dá como razão a incredulidade do povo. Os israelitas, se o tivessem querido, poderiam ter entrado na terra. Nada pode ser mais injustificado que fazer uso dos inescrutáveis conselhos e decretos de Deus com o objectivo de arrojar pela borda a solene responsabilidade do homem. Deveremos resignarmo-nos a abandonar a culpável desídia (9) da incredulidade como causa do fracasso do povo devido a eternos decretos de Deus acerca dos quais não sabemos nada? Afirmar tal coisa só pode ser apelidado de «extravagância monstruosa»; é o indefectível resultado de forçar uma verdade até ao ponto de interferir no espectro de acção de outra verdade igualmente importante. Devemos dar a cada verdade o lugar que lhe corresponde. Somos muito propensos a sermos extremistas, para desenvolvermos uma verdade isolada, sem deixar que outra, igualmente importante, sequer deite raízes. Sabemos que, a menos que Deus bendiga o trabalho do lavrador, não haverá colheita no tempo da sega. Pois bem, acaso isto exime o diligente uso do arado e da trilha? Por certo que não, pois o Deus que tem designado a colheita como fim, é o mesmo que estabeleceu o paciente labor como meio.
O mesmo sucede no mundo espiritual. O fim estabelecido por Deus nunca deve separar-se do meio designado por Ele. Se Israel tivesse confiado em Deus e tivesse subido à terra, a congregação ter-se-ia deleitado com os exuberantes racimos de Escol. Mas não o fez. As uvas que se viam, sem dúvida, eram deleitosas; isto era evidente para todos. Os espias viram-se constrangidos a admitir que a terra fluía leite e mel. Contudo, ou no entanto, não faltou um «mas». Porquê? Porque não confiavam em Deus. Ele já tinha declarado a Moisés o carácter da terra, e o seu testemunho devia ter sido amplamente suficiente. Tinha dito, da maneira mais enfática: “Portanto desci para livrá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra, a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel...” (Ex 3:8). Isto não deveria ser suficiente? A descrição de Jeová não era muito mais confiável que a do homem? Sim, para a fé, mas não para a incredulidade. Esta última nunca se sente satisfeita com o testemunho de Deus, mas que deve ter o testemunho dos sentidos naturais. Deus havia dito que era uma terra que “fluiu leite e mel”. Os espias reconheceram-no. Mas, logo deram ouvidos ao «aditivo humano»: “O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortificadas e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Enac. Também vimos ali gigantes, filhos de Enac, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.” (Nm 13:28, 33)
E assim foi como obraram. Eles “viram” somente as ameaçadoras muralhas e os gigantes altos como torres. Não viram a Jeová, porque miraram com os olhos dos sentidos e não com os olhos da fé. Deus ficava excluído. Ele jamais é tido em conta nos cálculos da incredulidade. Esta poderá ver muralhas e gigantes, mas não pode ver a Deus. É a fé somente a que pode sustentar a alguém “como vendo o invisível” (Hb 11:27). Os espias podiam declarar o que eles eram segundo o seu próprio parecer –assim que eles lhes pareciam gigantes, mas não se diz uma só palavra acerca do que eles eram segundo o parecer de Deus. Nunca pensaram nisso. A terra era tudo o que alguém podia desejar, mas as dificuldades eram demasiado grandes para eles, e não tiveram fé para confiar em Deus. A missão dos espias foi uma tentativa frustrada. Os israelitas “desprezaram a terra aprazível” (Sl 106:24), e “em seu coração se tornaram ao Egipto” (At 7:39).
Isto resume tudo. A incredulidade impediu que Israel vindimasse as uvas de Escol, e o enviou de volta a errar pelo deserto durante quarenta anos; e estas coisas “estão escritas para nos admoestar”. Oxalá que possamos sopesar (10) a lição com solenidade e oração! Dos seiscentos mil homens que saíram do Egipto somente dois plantaram os seus pés nas fecundas colinas de Palestina! Aqueles que cruzaram o mar Vermelho, triunfaram sobre Amalek, mas acobardaram-se e retrocederam ante “os filhos de Enac” (Nm 13:28), tanto mais que para Jeová estes últimos não eram superiores aos primeiros.
Pois bem, que o leitor cristão pondere tudo isto. O principal objectivo deste artigo é animá-lo a que suba aos mais altos graus da vida da fé, e a andar por eles com a energia de uma absoluta e inquebrantável confiança em Cristo. Uma vez que tenhamos posto o nosso sólido fundamento no sangue da Cruz, o nosso privilégio não é unicamente o de obter a vitória sobre Amalek (ou sobre o pecado que mora em nós), mas também o de saborear o grão da terra de Canaan, o de vindimar as uvas de Escol e o de deleitarmo-nos com as fontes que destilam leite e mel. Por outras palavras, o adentrar-se nas vivas e elevadas experiências que fluem da habitual comunhão com um Cristo ressuscitado, com Quem estamos unidos pelo poder duma vida imorredoira. Uma coisa é saber que os nossos pecados foram apagados pelo sangue de Cristo, e outra é saber que Cristo tem destruído o poder do pecado que habita em nós. E outra coisa ainda mais elevada é viver numa inquebrantável comunhão com Ele. Não é que percamos o sentido das duas primeiras coisas quando vivemos pelo poder da última. Pelo contrário. Quanto mais perto de Cristo eu caminhe, mais estou vivendo pela fé em meu coração; mais valorizarei tudo o que Ele tem feito por mim, tanto ao perdoar os meus pecados como ao subjugar por completo a minha velha natureza. Quanto mais alto for o edifício, mais valorizarei o sólido fundamento que o sustem. É um grande erro supor que aqueles que se expandem nas mais altas esferas da vida espiritual podem subestimar o diploma em virtude do qual são capazes de aceder a elas. Oh, não! A linguagem daqueles que têm entrado no mais recôndito lugar do supremo santuário é: “Aquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados” (Ap 1:5). Os seus lábios falam do amor que têm no coração a Cristo e do sangue da Sua Cruz. Quanto mais se acercam ao Trono, mais se embebem do valor daquilo que os colocou em tão sublime elevação. E o mesmo em relação a nós: quanto mais respiremos a atmosfera da presença divina —quanto mais pisarmos, em espírito, os átrios do santuário celestial— mais alta será a nossa estima das riquezas do amor que nos redimiu. Vindimar as uvas de Escol na Canaan celestial dará um sentido más profundo ao valor desse precioso sangue que nos foi por escudo diante da espada do feridor.
Não sejamos, pois, dissuadidos de aspirar a uma mais elevada e entranhável consagração a Cristo por um falso temor de subestimar essas preciosas verdades que encheram os nossos corações de paz celestial quando empreendemos a marcha no princípio da nossa carreira cristã. O inimigo utilizará tudo o que esteja ao seu alcance a fim de impedir que o Israel espiritual plante o pé da fé na Canaan espiritual. Procurará mantê-los ocupados convosco mesmos e com as dificuldades que se apresentam no vosso caminho até ao Céu. Ele sabe que, quando alguém provou realmente as uvas de Escol, já não se trata de uma questão de escapar de Faraó ou de Amalek, e por isso põe diante da passagem do seu caminho as muralhas e os gigantes, assim como a sua própria insignificância, debilidade e indignidade. Mas a resposta é simples e contundente: confiança! Confiança! CONFIANÇA! Sim, desde o sangue no dintel no Egipto até às extraordinárias e excelentes uvas de Escol, tudo é simples, absoluta e indubitável confiança em Cristo. “Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue” e “pela fé caíram os muros de Jericó” (Hb 11:28, 30). Desde o lugar de partida até à meta, e durante todo o período intermédio, “o justo viverá pela fé” (Rm 1:17).
Mas, nunca nos olvidemos que esta fé implica a absoluta entrega de coração a Cristo, assim como a plena aceitação de Cristo pelo coração. Leitor, sopesamos isto com a maior gravidade. Cristo deve ser inteiramente para o coração e o coração inteiramente para Cristo. Separar estas coisas é ser –tal como alguém o assinalou– «como um bote (11) com um só remo, que dá voltas e voltas ao redor de si mesmo, mas que não é capaz de avançar um só metro, sendo unicamente arrastado pela corrente; ou como um passarinho com uma asa quebrada que volteia como remoinho, caindo por terra uma e outra vez». Isto perde-se de vista com demasiada frequência, e por isso o rumo torna-se incerto e a experiência titubeante. Não há progresso. Ninguém pode esperar andar com Cristo por uma mão e com o mundo pela outra. Nunca poderemos deleitarmo-nos com “as uvas de Escol” enquanto os nossos corações estiverem anelando “pelas panelas de carne” do Egipto (Ex 16:3).
Queira o Senhor darmo-nos um coração íntegro –um olho bom– e uma mente recta. Oxalá que tenhamos como único objecto das nossas almas o avançar até ao alto sem dar um só passo atrás. Temos tudo divina e eternamente assegurado pelo sangue da Cruz; prossigamos, pois, com santa energia e integridade “para o alvo, pelo prémio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Fl 3:14).

Oh, maravilhosa graça! Oh, divino amor!
Manifestados ao darem-nos semelhante lar.
Renunciemos às coisas presentes
E busquemos o descanso por vir.
Tenhamos tudo o demais por lixo e escória;
prossigamos a carreira até à meta;
Lutemos até ganhar a coroa da vida.

Azeite para a luz

Ó minha alma, quanto necessitas disto! A minha lâmpada não tem mais como sobreviver sem azeite do Céu. A murraça do fogo que se apagar será uma ofensa aos céus e apagada permanecerá caso seu o azeite lhe falte. Tu não terás óleo a partir da tua natureza humana e por essa razão terás de ir àqueles que vendem e comprar por ti, ou senão dirás como aquelas virgens tolas: “a minha lamparina se apagou!” Até mesmo as lamparinas mais consagradas nunca teriam como dar luz sem azeite. Pertencendo ao Tabernáculo, teriam ainda assim de ser alimentadas e fornecidas e mesmo que os ventos exteriores nunca soprassem sobre elas com violência, a sua necessidade de serem aparadas era igualmente grande. Nem mesmo naqueles momentos de maior alegria podes tu manter tua luz por uma hora mais a menos que o azeite novo da graça te seja fornecido.
Não poderia ser usado um azeite qualquer na obra do Senhor, nem se poderia usar ali do combustível que sai de debaixo da terra com tanta abundância, nem da produção extraída da gordura dos peixes, nem do óleo extraído de nozes, pois nenhum desses serviria e seria aceite para ser usado ali. Apenas um único tipo de combustível será aceite ali: o melhor azeite de oliveira.
A graça enganosa da bondade natural, graça fantasiosa das mãos sacerdotais, ou mesmo graça imaginária proveniente das cerimónias religiosas nunca poderão servir às exigências dum santo em Deus. Tal santo sabe instintivamente e concorda desde logo que nem muitos rios de tal coisa seriam aceites por Deus em Seu altar. Esse santo desloca-se a Getsemane onde o azeite que busca é produzido e supre suas necessidades a partir dali, pois ali foram as azeitonas esmagadas para ele poder obter azeite. Todo o azeite da graça é puro e livre de resíduos e de lixo e por essa razão toda a luz dali proveniente é clara e brilhante.
As nossas igrejas são as Candeias de ouro do Senhor e caso desejem ser luz brilhante neste mundo ainda, terão necessariamente de ter neles mesmo muito deste óleo de toda a santidade e exclusividade. Vamos orar por nós mesmos, pelos nossos ministros e igrejas, para que nunca lhes falte deste óleo para terem luz. Verdade, Santidade, Alegria, Sabedoria, Amor, estes são os raios desta sagrada luz brilhante, mas não a podemos produzir a menos que recebamos deste óleo em nossos momentos particulares, nos nossos aposentos, fornecido por Deus Espírito Santo.


FONTE: http://jbdevocionais.blogspot.com/2006/08/azeite-para-luz-c-h-spurgeon.html