sexta-feira, 3 de junho de 2011

Conduzidos em triunfo

Graças, porém, a Deus, que em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque nós somos para com Deus, o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem, Para com estes, cheiro de morte para morte, para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém é suficiente para estas coisas? Porque nós não estamos, como tantos outros mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos da presença de Deus, com sinceridade da parte do próprio Deus. (II Cor. 2 14 – 17)
Para quem estava passando por breve momento de tristeza como Paulo, surpreende-se esta palavra sair de sua boca num momento tão difícil... Para nós que não vivemos dentro da circunstância que aqueles homens viviam, nem imaginamos o significado destas palavras... "somos conduzidos em triunfo"... Mas vamos aos fatos..

Ao falar do triunfo, Paulo estava descrevendo um evento que acontecia raramente, mas era algo de tal significância que aquela geração que vivia o dia do Triunfo jamais esquecia... O triunfo para nós seria como um desfile de Sete de Setembro onde nós, brasileiros, orgulhosamente desfilamos, ou vemos os nossos queridos exibindo a bandeira. Aí o orgulho de ser brasileiro, nos aflora a emoção...
Lá, isto acontecia quando o Exército romano vinha de uma batalha trazendo a vitória, então toda cidade saia às ruas para ver o grande espetáculo, algo para nós, semelhante a um filme de superprodução...

De repente os portões da cidade fortificada eram abertos, o imperador sentado no trono e todos os representantes do poder romano em volta.  Um corredor de centenas de pessoas, com respiração suspensa aguardava em silêncio. De repente se ouvia o tropel de centenas de cavalos aproximando-se... Então adentra os portões principais uma banda do exército romano e começa a tocar alto uma música de vitória e todo exército em uníssono vem gritando: EM TRIUNFO, EM TRIUNFO. Logo no primeiro escalão do exército, na frente em uma biga puxada por quatro cavalos e sobre a biga, vem em pé o comandante da batalha vencida, com as mãos levantadas exibindo uma espada anunciando o TRIUNFO SOBRE O INIMIGO... Aí a multidão se rompia em gritos. O rei se levantava e saudava o exército que vinha marchando com cadência, com suas fardas romanas, suas lanças e espadas e exibiam os despojos da guerra.  Depois que acabava de passar vários pelotões do exército vencedor, vinha o PELOTÃO DO EXÉRCITO VENCIDO com os soldados cabisbaixos. Novamente se fazia um silêncio sepulcral para ver os vencidos passar.  Estes tinham diante de si dois destinos: serem aproveitados como escravos e os mais infelizes seriam executados em breve...
NO AUGE DESTA CERIMÔNIA, JUNTA- SE A FRENTE DELES UM SACERDOTE PAGÃO BALANÇANDO UM INCENSÁRIO E UMA FUMAÇA AROMÁTICA ENVOLVIA TODOS OS PRESENTES. A FUMAÇA PRODUZIA UMA IMPRESSÃO INDESCRITÍVEL PARA TODOS. PARA O EXÉRCITO VENCEDOR, ERA UM PERFUME DE VITÓRIA, MAS PARA O EXÉRCITO PERDEDOR, UM CHEIRO DE MORTE E A CERTEZA DO FIM...

Querido, o que Jesus veio fazer neste mundo é algo precioso... Ele veio salvar a sua alma do poder do inferno... Deixe-o entrar na sua vida e seja... Conduzido em Triunfo...

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