quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O valor da santidade

Santidade faz bem pra alma. Sl 119.92
- De onde vem a tristeza se não dos momentos em que percebemos que toda a nossa maneira de nos conduzir na vida tem se mostrado absurdamente ruim.
- A angustia do dia a dia nasce da nossa má procedência.
- O barulho existencial em nosso interior é fonte das nossas ações que excluem a existência de Deus em nossas vidas.
- Santidade faz bem pra alma porque gera a paz consigo mesmo, a harmonia com o próximo e a união a Deus.
- Santidade faz bem para a alma porque à cura de suas enfermidades. De seu egoísmo, sua autopiedade, sua autojustificação.
- Santidade faz bem para a alma porque a liberta do mal que insiste em dominá-la.
Santidade nos faz caminhar seguros (sabendo que estamos no melhor caminho) Sl 119.101
- O caminho da santidade não gera dúvidas, ou temores. É um caminho em que, podemos ter certeza, é o melhor.
- Na santidade passamos a caminhar com ousadia sabendo que iremos chegar em algum lugar. E não iremos nos decepcionar.
- É interessante notar que o caminho do pecado nunca é assim, segue-se os instintos, o caminhar é na verdade uma resposta imediata aos desejos carnais, não se sabe bem onde esses anseios respondidos sem uma reflexão prévia podem nos levar.
- É por isso que tantas pessoas caminham pela vida de maneira irresponsável, esquecendo-se que todas as decisões que tomarem, todos os caminhos que trilharem, os farão chegar a determinado lugar, onde terão que encarar o destino o qual escolheram sem pensar.
- A santidade nos dá a segurança de optarmos por Deus, sem temer onde Ele irá nos levar, pois sabemos que sempre será o melhor lugar onde poderíamos estar.
Santidade é o meio mais honroso de se seguir Jesus. Sl 119.129
- Existe duas maneiras de se andar de carro no carona: Uma, você pode ficar olhando pra frente, sempre preocupado em chegar logo. Duas, você pode olhar pra janela do lado e ficar contemplando a paisagem da viagem (com certeza será bem mais prazeroso).
- Da mesma forma existem duas formas de se caminhar com Jesus: Uma, tenso, esperando ansiosamente pelo céu. Duas, alegrando-se com a passagem na terra.
- Das duas a que mais honra a Deus é o alegrar-se com a passagem pela terra.
- para alegrar-se em um mundo tão mal é necessário passar por ele espalhando santidade.
- Se o mundo é mal, compactuar com ele através do pecar significa desonrar aquele que apresentou a melhor forma de vencer o mundo “Nele não houve pecado” o que o fez dizer “Eu venci o mundo”.
- Outra forma de desonrar o Senhor é menosprezar o caminhar santo, visto que é isto que mais anuncia Cristo ao mundo. Nossa mais poderosa pregação são nossas ações santas diante de um mundo pecador.
Santidade torna a vida prazerosa. Sl 119.165
- Se fossemos fazer uma receita de vida o ingrediente que a tornaria saborosa com certeza seria a santidade.
- É na santidade que está contida a paz, o amor, a alegria, a mansidão coisas que são fundamentais para uma vida feliz e prazerosa.
- O homem mais feliz do mundo foi Jesus, Ele soube dar a vida o sabor e a qualidade que só a santidade pode dar.
- Verifique a sua vida, se não está lhe agradando pode ter certeza de que está faltando santidade nela.
Santidade louva a Deus. Sl 119.175-176
- Qual a melhor maneira de louvar a Deus? Dizem o Senhor: “Sede santos como eu sou santo”
- O nome do Senhor é louvado quando seus servos têm atitudes santas.

João Eduardo Cruz

Deus nos chamou à Santidade

O desenvolvimento da santidade é uma necessidade. Chamamos isso de “trabalho árduo”. Felizmente, Deus nos providencia muitas motivações para a santidade em sua Palavra. Para encorajar-nos na busca pela santidade, precisamos focalizar as seguintes verdades bíblicas. Deus nos chamou à santidade “Porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (1 Ts 4.7).
Todas as coisas às quais o Senhor nos chama são necessárias. Sua própria chamada, assim como todos os benefícios de um viver santo que experimentamos, devem nos induzir a buscar e praticar a santidade.
A santidade aumenta o nosso bem-estar espiritual. Deus nos assegura que “nenhum bem sonega aos que andam retamente” (Sl 84.11).
“O que a saúde é para o coração”, “a santidade é para a alma”.
“Santidade é o único caminho de segurança”; “Santidade é o caminho mais benéfico”; “Santidade é o único meio honroso”; “Santidade é o caminho mais agradável”.
Contudo, ainda mais importante, a santidade glorifica ao Deus que você ama (Is 43.21).
“A santidade faz o máximo para honrar a Deus”.
A santidade fomenta a semelhança a Cristo
“Devemos nos empenhar em sermos semelhantes a Deus em santidade. Este empenho é um espelho nítido no qual podemos ver um rosto; é um coração santo no qual pode ser visto algo do caráter de Deus”.
Cristo é o padrão de santidade para nós:
. o padrão de humildade santa (Fp 2.5-13),
. compaixão santa (Mc 1.41),
. perdão santo (Cl 3.13),
. altruísmo santo (Rm 15.3),
. indignação santa contra o pecado (Mt 23) e
. oração santa (Hb 5.7).
Desenvolver a santidade que procura assemelhar-se a Deus e tem a Cristo como padrão nos salva de muita hipocrisia e de um cristianismo apenas domingueiro. Esta santidade nos dá vitalidade, propósito, significado e direcionamento no viver diário.
A santidade dá evidência da justificação e da eleição
A santificação é um fruto inevitável da justificação (1 Co 6.11).
Estes dois elementos podem ser distinguidos, mas nunca separados; o próprio Deus os uniu. A justificação está organicamente ligada à santificação; o novo nascimento dá origem à uma nova vida.
O justificado andará no “caminho de santidade do Rei”.
Em Cristo e através dEle, a justificação dá ao filho de Deus o direito e a ousadia de entrar no céu; a santificação dá-lhe a aptidão para o céu e a preparação necessária para chegar lá. A santificação é a apropriação pessoal dos frutos da justificação.
“A santificação é tão-somente a execução do decreto de justificação. Pois, se a santificação falhasse, a pessoa justificada não seria liberta de acordo com sua justificação”.
Conseqüentemente, o decreto de justificação de Cristo, em João 8.11 (“Nem eu tampouco te condeno”), é imediatamente seguido pelo chamado à santidade: “Vai e não peques mais”.
Aquele que é chamado dever ser também inseparável da santidade:
“Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2 Ts 2.13).
A santificação é a marca de identificação das ovelhas eleitas de Cristo.
Por isso, o chamado é sempre uma doutrina confortante para o crente, pois é o seguro fundamento que explica a graça de Deus operando nele. Por isso, os nossos antepassados reformados consideravam o ministério como um dos maiores consolos do crente, visto que a santificação torna visível a separação.
Calvino insistiu que separação ao chamado, não deveria desanimar nem engrandecer ninguém, pois o crente recebe consolo , e o incrédulo não é chamado, mas antes, ele é chamado ao arrependimento.
Aquele que fica desanimado pela separação , ou confia seu ministério, sem viver uma vida de santidade, está se tornando vítima de um mau uso satânico desta doutrina preciosa e encorajadora (Dt 29.29).
“Não é permitido a nós, neste mundo, estudar as páginas do Livro da Vida, a Bíblia, e ver se nossos nomes encontram-se ali. Mas, se há algo nítido e plenamente declarado a respeito do chamado de Deus, isto que os homens e mulheres eleitos serão conhecidos e distinguidos por vidas santas”.
A santidade é o lado visível de sua salvação é o espelho a luz para o chamado do seu ministério. “Pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.16).
A santidade promove a segurança
“Todos podem estar seguros de sua fé por meio de seus frutos”
A segurança diária é alcançada gradualmente no caminho da santificação , mediante o cuidadoso conhecimento da Palavra de Deus, dos meios da graça e da conseqüente obediência.
Uma aversão crescente pelo pecado, mediante a mortificação, e um amor crescente pela obediência a Deus, por meio da vivificação, acompanham o progresso da fé, enquanto ela cresce em segurança.
A santidade centralizada em Cristo e operada pelo Espírito é a maior e mais sã evidência da filiação divina (Rm 8.1-16).
O meio de perder um senso diário de segurança é deixar de buscar santidade diariamente. Muitos crentes vivem de modo relapso. Tratam o pecado despreocupadamente, ou negligenciam as devocionais diárias e o estudo da Palavra. Outros vivem de maneira muito inativa. Não desenvolvem a santidade, mas assumem a postura de que nada pode ser feito para nutrir a santificação, como se esta fosse algo externo a nós, exceto em raras ocasiões, quando algo muito
especial “acontece” interiormente.
Viver de maneira descuidada e inerte é pedir por escuridão espiritual, desalento e falta de frutos diariamente. A santidade nos purifica e nos fortalece, buscai uma vida de santidade, seja luz, reflita o caráter genuíno de Cristo em sua vida

Ministério Avivar

Santidade ao Senhor

"Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguem verá o Senhor." Hebreus 12:14
Não se pode dizer que santidade é algo da moda. A aparência anêmica e incapaz dos ídolos católicos desestimulam a geração saúde. Mas não é assim que a Bíblia vê a santificação. Nesta passagem os que se santificam são como atletas vencedores em uma grande corrida.
No verso onze homens e mulheres de todas as épocas anteriores que se santificaram são vistos como heróis, e no verso que examinamos, os leitores são exortados a se esforçar. Esse verso nos leva a três estatutos importantes:
É possível ser santo. Apesar de vivermos em um mundo dominado pelo pecado, em nenhum momento da passagem que examinamos aparece alguma dúvida sobre a possibilidade de sermos santos. Não que isso seja uma tarefa fácil, mas é certamente uma tarefa compensadora, já que aquele que é santo pode ver o Senhor na glória futura, e certamente nesta vida. A falta de santidade impede nossa percepção espiritual mas a santidade a aguça.
É preciso esforçar-se para ser santo. Que tipo de esforço seria necessário? Primeiro é o esforço da perseverança (v. 1). Em muitos momentos seremos tentados a desanimar de cansasso, então somos exortados a olhar para Jesus e assim perseverarmos. Depois há o esforço de suportar as dificuldades da vida como a disciplina que um pai dá ao filho para que ele melhore.
O esforço para santificar-se é tanto quanto para viver em paz. Há muita gente que procura a paz hoje em dia, mas poucos procuram a santificação. A paz é, certamente o cumprimento prático do maior mandamento que é amar ao próximo. Ainda que o mundo ache esse mandamento importante, é preciso saber que amor sem santidade não funciona.
E como nos santificamos? "...livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseveran-ça a corrida que nos é proposta." Hb 12:1.
Ore agora para que você possa se santificar e desta forma ver o Senhor, no futuro e hoje também. Ore para que você possa perseverar na santificação

José Bernardo

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Santidade de Deus em seus eleitos

Esta aplicação nos leva a uma pergunta: Se devemos ser como Deus em santidade, em que consiste nossa santidade? Em duas coisas: em nossa adequação em relação à natureza de Deus e em nossa sujeição à sua vontade.
Nossa santidade consiste em nossa adequação para com a natureza de Deus. Pois os santos são participantes da natureza divina, o que não significa ser participante de sua essência, mas de sua imagem (2Pe 1.4). Nisto está a santidade dos santos, quando são a imagem viva de Deus. Eles carregam a imagem da humildade divina em Cristo, de sua misericórdia, de sua celestialidade; de sua apreciação dos valores celestiais, de sua disposição para Deus e de amar o que Deus ama e odiar o que ele odeia.
Nossa santidade consiste também em nossa sujeição à vontade de Deus. Assim como a natureza de Deus é o padrão de santidade, assim sua vontade é a regra de santidade. A nossa santidade tem relevo quando fazemos sua vontade (At 13.22) e quando suportamos sua vontade (Mq 7.9); ou seja, quando o que ele sabiamente nos inflige, de bom grado, nós o sofremos. Nossa grande perspectiva deveria ser nos assemelhar a Deus em santidade. Nossa santidade deveria ser qualificada como a santidade de Deus; assim como sua santidade é real, a nossa também deveria ser. "Justiça e retidão procedentes da verdade" (Ef 4.24). Não deveria ser uma imagem de santidade, mas vida; não como os templos egípcios, embelezados, mas sem pureza. Deveria ser como o templo de Salomão, dourado por dentro: "Toda formosura é a filha do Rei no interior do palácio; a sua vestidura é recamada de ouro" (SI 45.13).
O valor da santidade dos eleitos
A fim de fazer você se assemelhar a Deus em santidade, gostaria que considerasse o valor da santidade dos eleitos:
i. A dignidade que se aplica aos santos. Quão ilustre cada pessoa santa é. É como um vidro limpo em que alguns dos raios da santidade de Deus brilham. Lemos que Arão vestiu suas roupas para glória e beleza (Êx 28.2). Quando vestimos a roupa bordada de santidade é para glória e beleza. Um bom cristão é avermelhado, pois foi aspergido com o sangue de Cristo; e branco, pois foi adornado com santidade. Assim como o diamante está para um anel, está a santidade para a alma; a qual, como Crisóstomo diz, "aqueles que a opõem só podem admirá-la".
ii. A grandeza do propósito da santificação. É um grande propósito que Deus executa no mundo fazer uma pessoa à sua semelhança em santidade. O que são os respingos das ordenanças senão gotejos de justiça sobre nós para nos fazer santos? Para quê servem as promessas senão para encorajar à santidade? Para que o Espírito foi enviado ao mundo senão para nos ungir com a santa unção? (Uo 2.20). Para que servem todas as aflições senão para nos fazer participantes da santidade de Deus? (Hb 12.10). Para que servem as misericórdias senão para nos atrair à santidade? Qual é a finalidade da morte de Cristo senão que seu sangue pudesse nos purificar em nossa falta de santidade? "O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade, e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu" (Tt 2.14). Assim, se não somos santos, crucificamos o grande propósito de Deus no mundo.
iii. Nossa santidade atrai o coração de Deus. A santidade é a imagem de Deus e ele não pode fazer outra coisa senão amar sua imagem onde a vê. Um rei ama ver sua efígie sobre uma moeda. "Amas a justiça" (SI 45.7). E onde a justiça cresce, senão em um coração santo? "Chamar-te-ão Minha-Delícia ... porque o SENHOR se delicia em ti" (Is 62.4). Foi sua santidade que atraiu o amor de Deus a ela. "Chamar-vos-ão Povo Santo" (Is 62.12). Deus valoriza alguém não pelo nascimento rico, mas pela santidade pessoal.
iv. A santidade distingue os cristãos no mundo. A santidade é a única coisa que nos distingue dos ímpios. O povo de Deus tem seu selo sobre si. "Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor" (2Tm 2.19). O povo de Deus é selado com um selo duplo: a eleição: "O Senhor conhece aqueles que são seus" e a santificação: "Afaste-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor". Como um nobre é reconhecido por outra pessoa pela sua estrela prateada; como uma mulher virtuosa é diferenciada de uma prostituta por sua castidade; assim a santidade é reconhecida entre os homens. Todos os que são de Deus têm Cristo por seu capitão e a santidade é a cor branca que vestem (Hb 2.10).
v. A santidade é a honra dos cristãos. A santidade e a honra são colocadas juntas (lTs 4.4). A dignidade caminha com a santificação. "Àquele que nos ama e, pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai" (Ap 1.5). Quando somos lavados e feitos santos, então somos reino e sacerdotes para Deus. Os santos são chamados vasos de honra; são chamados jóias pelo brilho de sua santidade, pelo enchimento com o vinho do Espírito. Isso faz deles anjos terrenos.
vi. A santidade nos dá ousadia diante de Deus. "Se afastares a injustiça da tua tenda... levantarás o teu rosto para Deus" (Jó 22.23 e 26). Levantar a face é um símbolo de ousadia. Nada pode nos envergonhar tanto ao nos aproximar de Deus quanto o pecado. Um homem ímpio pode levantar suas mãos na oração, mas não pode levantar sua face. Quando Adão perdeu sua santidade, perdeu sua confiança, escondeu-se. Porém, a pessoa santa vai até Deus como uma criança vai até seu pai; sua consciência não o censura com a possibilidade de qualquer pecado, portanto pode ir ousadamente ao trono da graça e ter a misericórdia para ajudá-lo em tempo de necessidade (Hb 4.16).
vii. A santidade traz paz aos cristãos. O pecado levanta uma tempestade na consciência: onde há pecado, há tumulto. "Para os perversos, diz o meu Deus, não há paz" (Is 57.21). Justiça e paz são colocadas juntas. A santidade é a raiz que sustenta esse doce fruto da paz. A retidão e a paz se beijam.
viii. A santidade conduz o cristão ao céu. Ela é a estrada do céu do Rei. "E ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo" (Is 35.8). Havia em Roma o templo da virtude e o da honra, e todos deveriam passar pelo templo da virtude para chegar ao templo da honra; assim, devemos ir do templo da santidade para o templo do céu. A glória começa na virtude. "Nos chamou para a sua própria glória e virtude" (2Pe 1.3). A felicidade não é nada mais que a essência da santidade; a santidade é a glória militante e a felicidade a santidade triunfante.
Como os eleitos devem buscar santidade
O que devemos fazer para nos assemelharmos a Deus em santidade? Ou como devemos buscar nossa santidade?
i. Buscando refúgio em Cristo. Busque socorro no sangue de Cristo pela fé. Isso é o lavar da alma. As purificações da lei eram tipos e emblemas disso (1 Jo 1.7). A Palavra é o espelho que mostra nossas manchas e o sangue de Cristo é uma fonte para lavá-las.
ii. Pedindo um coração santo. Orando a Deus lhe pedindo um coração santo. "Cria em mim, ó Deus, um coração puro" (SI 51.10). Derramem o coração diante de Deus e digam: "Senhor, meu coração está cheio de lepra, contamina tudo que toca. Senhor, eu não posso viver com tal coração, pois não posso te honrar; nem morrer com tal coração, pois não poderei te ver. Cria em mim um coração puro, envia-me o teu Espírito, refina-me e purifica-me, para que eu possa ser um templo apropriado para ti, ó santo Deus, habitar".

Thomas Watson

Quando a santidade do vizinho incomoda

Santidade sempre é um tema bom para se discutir, propício para ser lembrado e necessário para viver nos dias de hoje. Mas – por infelicidade – é um assunto pouco citado num modus vivendi tão consumista, terreno, ambicioso e simplório que muitos crentes têm adotado.
Você conhece a expressão “politicamente correto”? Pois bem. No meio cristão, existe o “politicamente crente”. É aquela vida vivida no limite, na superfície, na normalidade. É o que muitos chamam de maturidade cristã: “já sou crente o suficiente para entrar nos céus e agradar a Deus”, argumentam.
O grande problema é que essa maturidade nem sempre é estável. Tudo que é maduro demais acaba apodrecendo. Crentes com 10, 15, 20 anos de Evangelho acham que – por estarem acostumados com a rotina cristã – já alcançaram o estágio final da fé e o amadurecimento necessário para não se dedicarem mais a uma consagração profunda e íntima com Deus.
Somado a isso, poucos se atentam àquele devocional pessoal, diário e disciplinado que todo crente que se preza faz. Não me refiro a um culto obrigatório, coercitivo e imposto, mas um momento de introspecção com Deus de forma voluntária, disposta e natural.
Alie-se também o fato de a santidade ser negligenciada nos dias atuais [em tempo, regras de português: o correto é “o fato de a santidade ser”, e não “o fato da santidade ser”]. Quando alguém jejua um pouco mais, o vizinho diz: “quer dar uma de santo”. Se alguém passa muito tempo orando, é chamado de “fanático”. Ir à igreja constantemente é sinônimo de ociosidade.
Em suma, buscar a Deus incomoda muita gente. Repito. Muitos se inquietam por ver outras pessoas querendo mais de Deus. Por quê? Porque, em tempos de exibicionismo, de farisaísmo e de ostentação, confunde-se o coração contrito com a chamada jactância impura, isto é, aquela forma de ensoberbecer para mostrar que Deus é mais Deus para este soberbo do que para o próximo.
A santidade do vizinho incomoda também porque se cria um sentimento repugnante que trata Deus como um produto único, que não pode ser “emprestado” para o próximo. “Meu próximo não pode usufruir a presença de Deus mais do que eu”, maquina o coração. Isso resulta na inveja maldosa, que não é simplesmente querer ter o que o próximo tem, mas na realidade é não querer que o próximo tenha algo (por exemplo, Acabe e a vinha de Nabote – I Rs 21).
Citemos, por exemplo, o fato de um grupo de adolescentes se reunirem para orar ou para estudar a Palavra de Deus visando uma futura pregação em algum culto. O que muitos pensam? “Esses adolescentes estão querendo aparecer”, “É mais um grupo querendo se exibir para o pastor”.
É claro que nem todos têm o objetivo de se dedicar a Deus. Mas, em tempos de promiscuidade, libertinagem e desprezo aos valores mais dignos, ser como Daniel tem sido difícil. A inveja corrói aqueles que querem a o estilo do “politicamente crente”. Em tempos de corrupção espiritual, é complicado agir como Samuel ante os filhos de Eli. É doloroso ter irmãos invejosos como os de José, o qual agradava ao seu pai em tudo o que fazia.
Portanto, se há um coração movido pela inveja da santidade alheia ou relaxado pela ilusória maturidade plena, lembre-se de que nunca é tarde para conhecer a Deus e prosseguir em conhecê-lo. Afinal, sem a santidade, ninguém o verá.

A Santidade para os dias de hoje

1. Tratar de santidade em pleno século XXI não é um assunto muito fácil.
2. Isso porque há um hiato entre o que algumas igrejas pregam e o que vivem.
3. Há um abismo entre o sermão e a vida, entre fé e obras.
O grande escritor Leonard Ravenhil disse:
“A maior vergonha dos nossos dias é que a santidade que apregoamos é anulada pela impiedade do nosso viver”.
Stanley, um pensador, disse:
“O maior inimigo do cristianismo não é o ateísmo, o budismo, o confucionismo, o materialismo, o romantismo, o islamismo, o espiritismo, o maior inimigo é pregar e não viver”.
4. A palavra “santo” aqui nesse texto vem do hebraico “qadosh” que quer dizer: “separar, cortar ou mais especificamente: ‘fazer separação para Deus’”.
5. O sacerdote, então, no A. T. era um homem cabalmente separado para servir a Deus no templo e oferecer sacrifícios pelos pecados seus e do povo.
6. Portanto, era necessário que esse homem fosse alguém santo perante Deus e perante os homens.
7. O sacerdote tipificava Cristo em oferecer sacrifício pelo perdão dos nossos pecados.
8. Mas também, tipificava o sacerdócio universal da igreja em sacrifício espiritual de louvor.
I Pe. 2.5 – “também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo”.
9. Então, assim como o sacerdote tinha de ser santo perante Deus e os homens, a igreja tem o mesmo dever de santidade hoje.
10. Ou seja, o dever de estabelecer-se diante de Deus e dos homens com santidade.
11. O dever de preservar-se ante a presença de Deus e dos homens com a pureza de Cristo.
12. Todavia, tratar de santidade hoje não é tão simples, em virtude da confusão que se estabeleceu sobre o assunto nas arenas religiosas.
13. É necessário, contudo, que haja um discernimento profundo sobre a verdadeira santidade que Deus reclama nas paginas da Bíblia Sagrada.
14. É necessário que nos voltemos para as Santas Escrituras e busquemos diligentemente o real significado de santidade para os dias de hoje. Portanto devemos perguntar:
Qual o modelo de santidade que a Bíblia Sagrada nos revela para os dias de hoje?
1º) Um modelo de santidade onde Deus seja o principal santificador.
1. Por três vezes Deus fala a Moisés que o Ele é o principal santificador do seu povo.
v. 8 – “...eu, o Senhor que vos santifico...”
v.15 – “...eu o Senhor, que o santifico.”
v. 23 – “...porque eu o Senhor, que os santifico.”
2. Santidade é primariamente uma obra de Deus no homem.
3. No tempo atual não é diferente, pois o Espírito Santo gera no nosso íntimo o desejo de abominar o pecado e de nos submetermos a sua soberana vontade.
4. Na verdade, há dentro de todo aquele que nasceu de novo um anseio real de ser santo como o seu Senhor.
5. Porque a obra da santificação não começa com o desejo humano de ser santo, começa com o desejo de Deus em nos tornar santos.
Jo. 17.17 – Jesus orava ao Pai e dizia: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”.
Hb. 13.12 – “Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta”.
I Tss. 4.3 – “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação...”
6. O ser humano nasce pecador, afastado de Deus completamente.
7. Portanto se não partir de Deus o desejo de lhe santificar, o homem jamais chegará a tão elevada condição espiritual.
I Co. 2.14 – “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”.
8. Portanto é o desejo de Deus em sermos santos que produz no nosso coração o desejo de santidade.
Assim como o MAR não conserva em suas águas seres mortos ou objetos inanimados, empurrando-os para fora de si, também o Espírito Santo trabalha em nós expulsando tudo aquilo que nos contamina na presença de Deus para fora de nós mesmos.
9. Por exemplo: o Espírito Santo é perito em expulsar de nós:
a) A mentira de nossos lábios;
b) A fofoca de nossa língua;
c) O medo do nosso coração;
d) O desejo sexual pervertido;
e) A falsidade nos relacionamentos;
f) A vida no adultério;
g) O prazer das drogas;
h) O prazer do álcool;
i) A desonestidade nos negócios;
j) A maldição do pecado.
10. Porque o verdadeiro cristianismo é aquele que gera nas pessoas o desejo de serem santas.
11. Jesus pregou um evangelho que produz no íntimo das pessoas um desejo de santidade.
Foi gerado na alma de Pedro um desejo de santidade;
Foi gerado no coração de Paulo um anseio por santidade;
Foi gerado na alma de João um anelo por santidade;
Foi gerado no íntimo de Mateus o desejo de ser santo;
Foi gerado na alma de Lucas o anelo de ser santo;
Foi gerado nos grandes homens de Deus esse desejo intenso de santidade em viver para Deus como sacrifício de louvor.
· Quando Pedro pregou o grande sermão no Pentecostes, a resposta dos que os ouvia em At. 2.37, foi de “coração compungido” uma pergunta: “Que faremos, então, irmãos?”.
12. É isso que a mensagem do evangelho gera nas pessoas, inquietação para mudança de um estado de pecado para uma condição de santidade.
No fundo da sua alma existe arrependimento sincero dos seus pecados?
Dentro do seu coração há um desejo intenso de santidade?
A sua alma anseia a santidade divina?
O seu coração tem fome e sede de justiça?
A sua alma deseja não se contaminar com a sujeira do pecado?
13. Se no seu coração não existir esse desejo de santidade, então, duvide de seu cristianismo.
14. Que a nossa oração seja: “Senhor gera em nós desejo de ser santo como Tu és santo”.
Fl. 2.13 – “porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade”.
15. E a vontade de Deus é que sejamos santos como Ele é santo.
2º) Um modelo de santidade onde exista consciência dos limites da vontade de Deus.
V. 4 – “Ele (o sacerdote), sendo homem principal entre seu povo não se contaminará, pois que profanaria”.
1. Para ser sacerdote no A. T. era necessário ter consciência dos limites estabelecidos por Deus, para preservar sua santidade no santuário.
2. Assim é o caso do cristão hoje, ele precisa observar os limites da vontade de Deus para preservar-se santo na presença do Altíssimo.
3. Porque no centro da vontade de Deus há limites que não podem ser ultrapassados.
4. Sendo que ultrapassar tal limite implica em sofrermos prejuízos terríveis.
· Adão só foi santo enquanto não ultrapassou o limite que Deus estabeleceu para ele; tendo ultrapassado, sofreu danos terríveis.
· Acã só foi homem santo no arraial do povo de Deus enquanto não ultrapassou o limite da vontade divina; tendo feito isso, foi morto ele e sua família;
· Sansão só foi santo enquanto na ultrapassou os limites da vontade de Deus pra ele; tendo quebrado a barreira do limite, sofreu dores horríveis;
· Saul só foi homem santo enquanto não ultrapassou o limite da vontade de Deus; tendo feito isto, morreu e foi pregado no muro da vergonha;
· Judas só foi homem santo enquanto não ultrapassou o limite da vontade divina; tendo feito isto, morreu enforcado de desgosto.
5. Porque ultrapassar limites divinos é quebra de aliança com Deus.
6. E toda aliança quebrada com o Senhor gera dor e sofrimento.
Vocês lembram-se do filho pródigo quando quebrou a aliança com seu pai? Qual foi o resultado?
7. Tomemos por exemplo o filho pródigo que resolveu sair de casa, ultrapassar os limites da fazenda, quebrar a aliança de filho com pai!
8. Sabemos muito bem que ele não viveu nada de bom nessa empreitada, e também sabemos que sua vida só voltou para o lugar quando ele reatou a aliança com seu pai.
9. Assim é o que muitos crentes tem feito, ultrapassado o limite da vontade de Deus, saído da casa do pai atrás de novidades mundo a fora e quebrado a aliança de santidade com o Senhor.
O que significa algumas gravidezes fora de tempo por algumas moças que se dizem cristãs?
O que significa alguns casamentos fora da hora?
O que significa a queda de grandes pregadores no pecado do adultério?
O que significa a desonestidade nas empresas de muitos que se dizem cristãos?
O que significa algumas mulheres fofoqueiras em alguns círculos cristãos?O que significa a mentira nos lábios de homens que andam com a bíblia debaixo do braço?
O que significa os maus testemunhos que alguns crentes dão no emprego, na escola, na faculdade, no lar, no trânsito, no comercio, na vida?
10. Ora, significa ultrapassar os limites da vontade de Deus!
11. Precisa-se urgentemente haver um “Retorno a Santidade”, ao centro da vontade de Deus.
12. Só então a vida de muitos voltará ao seu devido lugar.
13. Porque a obra de Deus em nos santificar, não invalida, anula a nossa responsabilidade de observarmos os limites de sua vontade.
14. É necessário que haja um cuidado constante para não no encontrarmos na vida, como o filho prodigo um dia se encontrou.
Mc. 14.38 – “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”.
I Co. 10.12 – “Aquele, pois, que pensa está em pé veja para que não caia”.
Gl. 6.7 – “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; aquilo que o homem semear, isso também ceifará”.
15. Portanto querido amigo, cuidado, observe os limites da vontade de Deus, pois no centro de sua vontade repousa a benção, a alegria, o amor, a paz e a vida em abundancia. Fora dela é prejuízo.
Alguém disse: “O melhor lugar do mundo é no centro da vontade de Deus e o pior lugar do mundo é fora da vontade de Deus”.
Você precisa retomar sua aliança com Deus?
3º) É um modelo de vida a ser um referencial seguido por outros.
V.6 – “...portanto, serão santos”.
1. O papel do sacerdote era o de ser o referencial de santidade para uma nação.
2. Ele tinha de ser o modelo a ser seguido por todos em atos, em obras, em justiça, em bondade e em amor.
3. Assim é o papel do cristão hoje, ser o referencial de santidade num mundo profano e pecador.
4. Todavia, ser o referencial para uma nação não era uma questão de opção para o sacerdote, era uma questão de Ser e pronto.
5. Ele era o referencial e ponto final. Não tinha essa de um dia ser religioso e outro ser irreligioso. Não! Ou era ou não era.
6. Da mesma forma é o crente em Jesus, ser santo não é uma opção do cristianismo.
· John MacArthur uma das maiores autoridades evangélicas do momento, disse: “Não ousamos encarar a santificação como algo opcional”.
7. Ou seja, Ser santo é uma exigência para quem quer viver para Deus.
8. Isso é uma questão de coerência cristã.
Pode ser considerado santo de Deus quem passa cheque sem fundo?
Pode ser considerado santo de Deus quem fofoca da vida alheia?
Pode ser considerado santo homem de Deus quem compra fiado e não paga?
Pode ser considerada santa mulher de Deus quem não cuida do lar?
Pode ser considerado santo quem é duas caras?
Pode ser considerado santo quem mente nos negócios?
Pode ser considerado santo que sonega impostos?
Pode ser considerado santo quem fala mal do pastor?
Pode ser considerado santo quem deseja a mulher dos outros?
Pode ser considerado santo quem vive com duas mulheres?
Pode ser considerado santo quem fala palavrão em casa?
Pode ser considerado santo quem espanca a esposa e os filhos no lar?
Pode ser considerado santo não ler a bíblia sagrada?
Pode ser considerado santo quem não gosta de oração?
Pode ser considerado santo quem não gosta de missão, evangelismo?
Pode ser considerado santo quem vive assim?
Alguém disse: “O que Deus deseja é que você prepare o seu caminho, aterre as falhas de sua existência, conserte as passagens escabrosas da sua existência; enfim, faça do projeto da sua vida algo coerente com sua vontade”.
Mt. 7.18-20 “Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada fora. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis”.
Quais tipos de frutos são os nossos?
Que tipo de arvore nós somos?
Quais tipos de frutos são os seus?
Que tipo de árvore é você?
9. Vivemos uma crise de referenciais no mundo todo.
10. Nos faltam homens referenciais a serem seguidos e imitados.
· Há um livro cujo titulo é: “Porque caem os gigantes?”
11. Infelizmente somos a geração onde a maioria de nossos gigantes está no chão.
12. Homens que outrora eram referenciais de santidade, e hoje são casos de zombaria.
13. Precisamos urgentemente pedir a Deus que nos levante como referenciais de santidade em nosso tempo.
14. É necessário que haja um clamor a Deus para nos tornar homens e mulheres santos dignos de serem considerados referenciais para nossa geração.
J. L. Packer – em seu livro “A redescoberta da santidade” disse:
“Santidade é a imitação de cristo em suas virtudes de bondade, humildade, justiça, abnegação e amor por Deus e pelo próximo”.
15. Jesus é o nosso referencial digno de ser imitado e seguido.
16. Ele é o referencial que a igreja e o mundo carecem.
17. Ele é o modelo de uma vida santa com Deus.
18. A bíblia Sagrada tem um modelo de santidade como referencia para esse mundo tortuoso que se acha em Cristo Jesus.
· Quando nos faltar um referencial de humildade e mansidão, olhemos para Jesus e lá estará Ele dizendo: “Aprendei de mim porque sou manso e humilde de coração”.
· Quando nos faltar um referencial de justiça, olhemos para Cristo e lá estará Ele: “julgando corretamente o caso de uma mulher adultera”.
· Quando nos faltar um referencial de perdão, olhemos para Jesus, e lá estará Ele na cruz dizendo: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”.
· Quando nos faltar um referencial de nobreza, olhemos para Jesus e lá estará Ele dando atenção a um pobre cego, mendigo, leproso, ladrão ao seu lado na cruz.
· Quando nos faltar um referencial de paz, olhemos para Jesus e lá estará escrito sobre Ele: “Príncipe da paz”.
· Quando nos faltar um referencial de força, olhemos para Jesus e lá estará escrito sobre Ele: “Deus forte”.
· Quando nos faltar um referencial de sofrimento, olhemos para Cristo e lá estará Ele agonizando numa cruz por três horas.
· Quando nos faltar um referencial de fé, olhemos para Cristo autor e consumador da nossa fé.
· Quando nos faltar um referencial de amor, olhemos para Jesus e La estará Ele no caminho do calvário, suando gotas de sangue, na via dolorosa, sendo pregado numa cruz por amor de mim e de você pecador.
I Jo. 2.6 – “aquele que diz que permanece nele, esse deve andar como Ele andou”.
19. Cristo é a cabeça da igreja, Ele é o nosso maior referencial.
20. Que Deus nos guie nos passos de seu amado Filho Jesus.
21. Que possamos ter em nós o caráter e a mente de Cristo.
22. Que sejamos povo santo por seguirmos os passos do nosso salvador.
23. E que o mundo veja em nós um referencial de justiça, bondade, amor, verdade, humildade, renuncia e santidade.
Você é um referencial de Deus para seu tempo?
O seu altar de santidade na presença de Deus estar consertado?
Você é um referencial digno de ser imitado?
Você é um santo homem de Deus digno de respeito?
Você é uma santa mulher de Deus como referencial para suas amigas?
Você é uma santa mulher de Deus referencia no casamento?
Você é uma jovem santa de Deus referencia no namoro?
Você é um santo homem de Deus referencia no ministério?
Você é um santo de Deus mesmo no mundo?
24. Urgentemente clamemos a Deus para que sejamos referenciais para nossa geração como santos e piedosos, “obreiros aprovados que não tem nada do que se envergonhar”.
· Nas paredes de uma igreja na Inglaterra, que foi bombardeada na 2º guerra mundial, tinha escrita a seguinte oração com o titulo “Santificado seja o teu nome” que dizia:
“Na indústria, ó Deus, que estejas tu em minhas mãos e em meu fazer.
Nas artes, Deus, que estejas tu em meus sentidos e em meu criar.
No lar, ó Deus, que estejas tu em meu coração e em meu amar.
No comercio, que estejas, Deus, no meu balcão e em meu vender.
Na cura, ó Deus, que estejas tu em minha habilidade e em meu tocar.
No governar, que estejas, Deus, nos planos e em meu decidir.
Na educação, que estejas, Deus, em minha mente e em meu crescer.
Na recreação, que estejas, Deus, em meus membros e em meu lazer”

A Santidade para os dias de hoje

1. Tratar de santidade em pleno século XXI não é um assunto muito fácil.
2. Isso porque há um hiato entre o que algumas igrejas pregam e o que vivem.
3. Há um abismo entre o sermão e a vida, entre fé e obras.
O grande escritor Leonard Ravenhil disse:
“A maior vergonha dos nossos dias é que a santidade que apregoamos é anulada pela impiedade do nosso viver”.
Stanley, um pensador, disse:
“O maior inimigo do cristianismo não é o ateísmo, o budismo, o confucionismo, o materialismo, o romantismo, o islamismo, o espiritismo, o maior inimigo é pregar e não viver”.
4. A palavra “santo” aqui nesse texto vem do hebraico “qadosh” que quer dizer: “separar, cortar ou mais especificamente: ‘fazer separação para Deus’”.
5. O sacerdote, então, no A. T. era um homem cabalmente separado para servir a Deus no templo e oferecer sacrifícios pelos pecados seus e do povo.
6. Portanto, era necessário que esse homem fosse alguém santo perante Deus e perante os homens.
7. O sacerdote tipificava Cristo em oferecer sacrifício pelo perdão dos nossos pecados.
8. Mas também, tipificava o sacerdócio universal da igreja em sacrifício espiritual de louvor.
I Pe. 2.5 – “também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo”.
9. Então, assim como o sacerdote tinha de ser santo perante Deus e os homens, a igreja tem o mesmo dever de santidade hoje.
10. Ou seja, o dever de estabelecer-se diante de Deus e dos homens com santidade.
11. O dever de preservar-se ante a presença de Deus e dos homens com a pureza de Cristo.
12. Todavia, tratar de santidade hoje não é tão simples, em virtude da confusão que se estabeleceu sobre o assunto nas arenas religiosas.
13. É necessário, contudo, que haja um discernimento profundo sobre a verdadeira santidade que Deus reclama nas paginas da Bíblia Sagrada.
14. É necessário que nos voltemos para as Santas Escrituras e busquemos diligentemente o real significado de santidade para os dias de hoje. Portanto devemos perguntar:
Qual o modelo de santidade que a Bíblia Sagrada nos revela para os dias de hoje?
1º) Um modelo de santidade onde Deus seja o principal santificador.
1. Por três vezes Deus fala a Moisés que o Ele é o principal santificador do seu povo.
v. 8 – “...eu, o Senhor que vos santifico...”
v.15 – “...eu o Senhor, que o santifico.”
v. 23 – “...porque eu o Senhor, que os santifico.”
2. Santidade é primariamente uma obra de Deus no homem.
3. No tempo atual não é diferente, pois o Espírito Santo gera no nosso íntimo o desejo de abominar o pecado e de nos submetermos a sua soberana vontade.
4. Na verdade, há dentro de todo aquele que nasceu de novo um anseio real de ser santo como o seu Senhor.
5. Porque a obra da santificação não começa com o desejo humano de ser santo, começa com o desejo de Deus em nos tornar santos.
Jo. 17.17 – Jesus orava ao Pai e dizia: “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”.
Hb. 13.12 – “Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta”.
I Tss. 4.3 – “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação...”
6. O ser humano nasce pecador, afastado de Deus completamente.
7. Portanto se não partir de Deus o desejo de lhe santificar, o homem jamais chegará a tão elevada condição espiritual.
I Co. 2.14 – “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”.
8. Portanto é o desejo de Deus em sermos santos que produz no nosso coração o desejo de santidade.
Assim como o MAR não conserva em suas águas seres mortos ou objetos inanimados, empurrando-os para fora de si, também o Espírito Santo trabalha em nós expulsando tudo aquilo que nos contamina na presença de Deus para fora de nós mesmos.
9. Por exemplo: o Espírito Santo é perito em expulsar de nós:
a) A mentira de nossos lábios;
b) A fofoca de nossa língua;
c) O medo do nosso coração;
d) O desejo sexual pervertido;
e) A falsidade nos relacionamentos;
f) A vida no adultério;
g) O prazer das drogas;
h) O prazer do álcool;
i) A desonestidade nos negócios;
j) A maldição do pecado.
10. Porque o verdadeiro cristianismo é aquele que gera nas pessoas o desejo de serem santas.
11. Jesus pregou um evangelho que produz no íntimo das pessoas um desejo de santidade.
Foi gerado na alma de Pedro um desejo de santidade;
Foi gerado no coração de Paulo um anseio por santidade;
Foi gerado na alma de João um anelo por santidade;
Foi gerado no íntimo de Mateus o desejo de ser santo;
Foi gerado na alma de Lucas o anelo de ser santo;
Foi gerado nos grandes homens de Deus esse desejo intenso de santidade em viver para Deus como sacrifício de louvor.
· Quando Pedro pregou o grande sermão no Pentecostes, a resposta dos que os ouvia em At. 2.37, foi de “coração compungido” uma pergunta: “Que faremos, então, irmãos?”.
12. É isso que a mensagem do evangelho gera nas pessoas, inquietação para mudança de um estado de pecado para uma condição de santidade.
No fundo da sua alma existe arrependimento sincero dos seus pecados?
Dentro do seu coração há um desejo intenso de santidade?
A sua alma anseia a santidade divina?
O seu coração tem fome e sede de justiça?
A sua alma deseja não se contaminar com a sujeira do pecado?
13. Se no seu coração não existir esse desejo de santidade, então, duvide de seu cristianismo.
14. Que a nossa oração seja: “Senhor gera em nós desejo de ser santo como Tu és santo”.
Fl. 2.13 – “porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade”.
15. E a vontade de Deus é que sejamos santos como Ele é santo.
2º) Um modelo de santidade onde exista consciência dos limites da vontade de Deus.
V. 4 – “Ele (o sacerdote), sendo homem principal entre seu povo não se contaminará, pois que profanaria”.
1. Para ser sacerdote no A. T. era necessário ter consciência dos limites estabelecidos por Deus, para preservar sua santidade no santuário.
2. Assim é o caso do cristão hoje, ele precisa observar os limites da vontade de Deus para preservar-se santo na presença do Altíssimo.
3. Porque no centro da vontade de Deus há limites que não podem ser ultrapassados.
4. Sendo que ultrapassar tal limite implica em sofrermos prejuízos terríveis.
· Adão só foi santo enquanto não ultrapassou o limite que Deus estabeleceu para ele; tendo ultrapassado, sofreu danos terríveis.
· Acã só foi homem santo no arraial do povo de Deus enquanto não ultrapassou o limite da vontade divina; tendo feito isso, foi morto ele e sua família;
· Sansão só foi santo enquanto na ultrapassou os limites da vontade de Deus pra ele; tendo quebrado a barreira do limite, sofreu dores horríveis;
· Saul só foi homem santo enquanto não ultrapassou o limite da vontade de Deus; tendo feito isto, morreu e foi pregado no muro da vergonha;
· Judas só foi homem santo enquanto não ultrapassou o limite da vontade divina; tendo feito isto, morreu enforcado de desgosto.
5. Porque ultrapassar limites divinos é quebra de aliança com Deus.
6. E toda aliança quebrada com o Senhor gera dor e sofrimento.
Vocês lembram-se do filho pródigo quando quebrou a aliança com seu pai? Qual foi o resultado?
7. Tomemos por exemplo o filho pródigo que resolveu sair de casa, ultrapassar os limites da fazenda, quebrar a aliança de filho com pai!
8. Sabemos muito bem que ele não viveu nada de bom nessa empreitada, e também sabemos que sua vida só voltou para o lugar quando ele reatou a aliança com seu pai.
9. Assim é o que muitos crentes tem feito, ultrapassado o limite da vontade de Deus, saído da casa do pai atrás de novidades mundo a fora e quebrado a aliança de santidade com o Senhor.
O que significa algumas gravidezes fora de tempo por algumas moças que se dizem cristãs?
O que significa alguns casamentos fora da hora?
O que significa a queda de grandes pregadores no pecado do adultério?
O que significa a desonestidade nas empresas de muitos que se dizem cristãos?
O que significa algumas mulheres fofoqueiras em alguns círculos cristãos?O que significa a mentira nos lábios de homens que andam com a bíblia debaixo do braço?
O que significa os maus testemunhos que alguns crentes dão no emprego, na escola, na faculdade, no lar, no trânsito, no comercio, na vida?
10. Ora, significa ultrapassar os limites da vontade de Deus!
11. Precisa-se urgentemente haver um “Retorno a Santidade”, ao centro da vontade de Deus.
12. Só então a vida de muitos voltará ao seu devido lugar.
13. Porque a obra de Deus em nos santificar, não invalida, anula a nossa responsabilidade de observarmos os limites de sua vontade.
14. É necessário que haja um cuidado constante para não no encontrarmos na vida, como o filho prodigo um dia se encontrou.
Mc. 14.38 – “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”.
I Co. 10.12 – “Aquele, pois, que pensa está em pé veja para que não caia”.
Gl. 6.7 – “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; aquilo que o homem semear, isso também ceifará”.
15. Portanto querido amigo, cuidado, observe os limites da vontade de Deus, pois no centro de sua vontade repousa a benção, a alegria, o amor, a paz e a vida em abundancia. Fora dela é prejuízo.
Alguém disse: “O melhor lugar do mundo é no centro da vontade de Deus e o pior lugar do mundo é fora da vontade de Deus”.
Você precisa retomar sua aliança com Deus?
3º) É um modelo de vida a ser um referencial seguido por outros.
V.6 – “...portanto, serão santos”.
1. O papel do sacerdote era o de ser o referencial de santidade para uma nação.
2. Ele tinha de ser o modelo a ser seguido por todos em atos, em obras, em justiça, em bondade e em amor.
3. Assim é o papel do cristão hoje, ser o referencial de santidade num mundo profano e pecador.
4. Todavia, ser o referencial para uma nação não era uma questão de opção para o sacerdote, era uma questão de Ser e pronto.
5. Ele era o referencial e ponto final. Não tinha essa de um dia ser religioso e outro ser irreligioso. Não! Ou era ou não era.
6. Da mesma forma é o crente em Jesus, ser santo não é uma opção do cristianismo.
· John MacArthur uma das maiores autoridades evangélicas do momento, disse: “Não ousamos encarar a santificação como algo opcional”.
7. Ou seja, Ser santo é uma exigência para quem quer viver para Deus.
8. Isso é uma questão de coerência cristã.
Pode ser considerado santo de Deus quem passa cheque sem fundo?
Pode ser considerado santo de Deus quem fofoca da vida alheia?
Pode ser considerado santo homem de Deus quem compra fiado e não paga?
Pode ser considerada santa mulher de Deus quem não cuida do lar?
Pode ser considerado santo quem é duas caras?
Pode ser considerado santo quem mente nos negócios?
Pode ser considerado santo que sonega impostos?
Pode ser considerado santo quem fala mal do pastor?
Pode ser considerado santo quem deseja a mulher dos outros?
Pode ser considerado santo quem vive com duas mulheres?
Pode ser considerado santo quem fala palavrão em casa?
Pode ser considerado santo quem espanca a esposa e os filhos no lar?
Pode ser considerado santo não ler a bíblia sagrada?
Pode ser considerado santo quem não gosta de oração?
Pode ser considerado santo quem não gosta de missão, evangelismo?
Pode ser considerado santo quem vive assim?
Alguém disse: “O que Deus deseja é que você prepare o seu caminho, aterre as falhas de sua existência, conserte as passagens escabrosas da sua existência; enfim, faça do projeto da sua vida algo coerente com sua vontade”.
Mt. 7.18-20 “Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada fora. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis”.
Quais tipos de frutos são os nossos?
Que tipo de arvore nós somos?
Quais tipos de frutos são os seus?
Que tipo de árvore é você?
9. Vivemos uma crise de referenciais no mundo todo.
10. Nos faltam homens referenciais a serem seguidos e imitados.
· Há um livro cujo titulo é: “Porque caem os gigantes?”
11. Infelizmente somos a geração onde a maioria de nossos gigantes está no chão.
12. Homens que outrora eram referenciais de santidade, e hoje são casos de zombaria.
13. Precisamos urgentemente pedir a Deus que nos levante como referenciais de santidade em nosso tempo.
14. É necessário que haja um clamor a Deus para nos tornar homens e mulheres santos dignos de serem considerados referenciais para nossa geração.
J. L. Packer – em seu livro “A redescoberta da santidade” disse:
“Santidade é a imitação de cristo em suas virtudes de bondade, humildade, justiça, abnegação e amor por Deus e pelo próximo”.
15. Jesus é o nosso referencial digno de ser imitado e seguido.
16. Ele é o referencial que a igreja e o mundo carecem.
17. Ele é o modelo de uma vida santa com Deus.
18. A bíblia Sagrada tem um modelo de santidade como referencia para esse mundo tortuoso que se acha em Cristo Jesus.
· Quando nos faltar um referencial de humildade e mansidão, olhemos para Jesus e lá estará Ele dizendo: “Aprendei de mim porque sou manso e humilde de coração”.
· Quando nos faltar um referencial de justiça, olhemos para Cristo e lá estará Ele: “julgando corretamente o caso de uma mulher adultera”.
· Quando nos faltar um referencial de perdão, olhemos para Jesus, e lá estará Ele na cruz dizendo: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”.
· Quando nos faltar um referencial de nobreza, olhemos para Jesus e lá estará Ele dando atenção a um pobre cego, mendigo, leproso, ladrão ao seu lado na cruz.
· Quando nos faltar um referencial de paz, olhemos para Jesus e lá estará escrito sobre Ele: “Príncipe da paz”.
· Quando nos faltar um referencial de força, olhemos para Jesus e lá estará escrito sobre Ele: “Deus forte”.
· Quando nos faltar um referencial de sofrimento, olhemos para Cristo e lá estará Ele agonizando numa cruz por três horas.
· Quando nos faltar um referencial de fé, olhemos para Cristo autor e consumador da nossa fé.
· Quando nos faltar um referencial de amor, olhemos para Jesus e La estará Ele no caminho do calvário, suando gotas de sangue, na via dolorosa, sendo pregado numa cruz por amor de mim e de você pecador.
I Jo. 2.6 – “aquele que diz que permanece nele, esse deve andar como Ele andou”.
19. Cristo é a cabeça da igreja, Ele é o nosso maior referencial.
20. Que Deus nos guie nos passos de seu amado Filho Jesus.
21. Que possamos ter em nós o caráter e a mente de Cristo.
22. Que sejamos povo santo por seguirmos os passos do nosso salvador.
23. E que o mundo veja em nós um referencial de justiça, bondade, amor, verdade, humildade, renuncia e santidade.
Você é um referencial de Deus para seu tempo?
O seu altar de santidade na presença de Deus estar consertado?
Você é um referencial digno de ser imitado?
Você é um santo homem de Deus digno de respeito?
Você é uma santa mulher de Deus como referencial para suas amigas?
Você é uma santa mulher de Deus referencia no casamento?
Você é uma jovem santa de Deus referencia no namoro?
Você é um santo homem de Deus referencia no ministério?
Você é um santo de Deus mesmo no mundo?
24. Urgentemente clamemos a Deus para que sejamos referenciais para nossa geração como santos e piedosos, “obreiros aprovados que não tem nada do que se envergonhar”.
· Nas paredes de uma igreja na Inglaterra, que foi bombardeada na 2º guerra mundial, tinha escrita a seguinte oração com o titulo “Santificado seja o teu nome” que dizia:
“Na indústria, ó Deus, que estejas tu em minhas mãos e em meu fazer.
Nas artes, Deus, que estejas tu em meus sentidos e em meu criar.
No lar, ó Deus, que estejas tu em meu coração e em meu amar.
No comercio, que estejas, Deus, no meu balcão e em meu vender.
Na cura, ó Deus, que estejas tu em minha habilidade e em meu tocar.
No governar, que estejas, Deus, nos planos e em meu decidir.
Na educação, que estejas, Deus, em minha mente e em meu crescer.
Na recreação, que estejas, Deus, em meus membros e em meu lazer”