sábado, 9 de abril de 2011

O verdadeiro Jejum

Pelo fato do jejum ser espiritual e fisicamente benéfico, ajudando apenas a quem o faz, devemos ir além do crescimento pessoal, para que se revele através de atos de bondade, caridade, justiça e generosidade. Isto será verdadeiramente agradável a Deus: Jejuar de julgar os outros, descobrindo Cristo que vive neles; Jejuar de palavras que ferem, proferindo frases que curam; Jejuar do egoísmo, vivendo na gratuidade; da inquietude, procurando viver com paciência; do pessimismo, enchendo-se de esperança; de preocupações, confiando mais em Deus.
Jejuar de queixas e murmurações, dando graças a Deus pela maravilha da nossa vida; da angústia, orando com mais frequência; da amargura, praticando o perdão.
Jejuar da importância que damos a nós mesmos, sendo compassivos com os outros; da preocupação com as nossas coisas, comprometendo-nos com o anúncio do Reino; do pessimismo e desalento, enchendo-nos do entusiasmo da fé. Jejuando de tudo aquilo que nos separa de Jesus, tentando viver mais perto Dele.
Assim, nossos atos de justiça e misericórdia deverão ser mais importantes que o jejum: uma autêntica justiça nas atitudes e que cada um mostre a misericórdia e a compaixão para com os fracos, oprimidos, pobres e indefesos, acompanhado com a devoção correta de arrependimento ou adoração.
Se ouvirmos a palavra de Deus através de seus profetas, não teremos necessidade de fazer jejuns. Se obedecermos a Deus, não precisamos implorar a misericórdia divina com jejum.

Fratermauricio

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