terça-feira, 23 de março de 2010

Páscoa - Morte e ressurreição de Cristo (Final)

TEORIA DA DROGA E DESMAIO NA CRUZ
O Islamismo nega que Jesus morreu na cruz usando diversas teorias para explicar o fato, uma delas é a teoria da droga ou desmaio. Ela baseia que Jesus teria tomado uma droga na cruz e desmaiado, após ter sido colocado no tumulo, o ambiente frio, calmo e tranqüilo fez com que se recuperasse, e depois se levantou e saiu andando. As evidencias e a investigação minuciosa do caso não contribui para esta Teoria. A droga da qual se referem é o Fel que produzia um “efeito narcótico”, tal mistura de vinagre e fel ou vinho e fel eram usados pelos soldados romanos feridos e também nos crucificados para suavizar as suas dores. Mateus, deixa registrado ¬ que Jesus recusou a droga, provou, mas não bebeu, mais tarde, Ele aceitou o vinagre para matar a sede.
Mateus 27v.34 - Deram-lhe a beber vinagre misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber.
Mateus 27V. 48.- “E logo um deles, correndo, tomou uma esponja, e embebeu-a em vinagre, e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber”.
As tentativas dos mulçumanos estabelecerem uma teoria que descarte a morte e ressurreição de Jesus é por não aceitar Jesus Cristo como Filho de Deus. Embora na Surra 19 fique implícito, que Alá é quem deu origem à gravidez de Maria, confirmando o papel de Deus como Pai, outras referências da Surra contradizem a sua afirmação dizendo que Alá não precisava de um Filho (Surra 19:35 / 4.171).
Para eles, Deus nunca iria concordar com tal acontecimento porque a morte de cruz era vergonhosa, diversas passagens do Alcorão ensinam que Jesus não morreu pelos nossos pecados, mas as Escrituras afirmam que o amor de Deus foi a alavanca para tal acontecimento ( João 3v.16) e que o sangue de Cristo foi o agente purificador dos nossos pecados e continua sendo.
Apocalipse 1- v. 5- 5 E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados,as objeções morais para a morte de Cristo é uma das suposições mulçumanas, mas nelas encontramos um grande problema, as contradições dos ensinamentos islâmicos.
Mesmo não aceitando as declarações das Escrituras sobre a morte de Cristo, o documento dogmático dos mulçumanos afirma que Jesus morreria ( surrata 3.55 cf 19.33), Jesus Ressuscitaria dos mortos ( 19.33) e que Jesus tinha o poder para ressuscitar pessoas mortas. Sendo assim, como não acreditar nos testemunhos dos Evangelhos sendo que eles possuem relatos parecidos?
Outra objeção a morte de cruz é que Deus é soberano e não permitiria que seu Filho morresse e sofresse tal morte, mas os ensinamentos Islâmicos também define Deus como soberano, sendo assim, é pura presunção determinar como Deus deveria agir, o que Ele deve ou não fazer, julgar as suas atitudes como injustas. O profeta Isaías já deixou registrado que os nossos caminhos não são os caminhos de Deus e que os pensamentos de Deus não são os nossos pensamentos ( Is 55v.8), além do mais, a morte de Cristo foi aprovada por Deus (Isaias 53).
Pensando no sofrimento da morte de cruz, seria possível Jesus ter desmaiado ou desfalecido e ter acordado no sepulcro?
O SOFRIMENTO DA CRUCIFICAÇÃO
A teoria do desmaio passa ser um suicídio intelectual contando o sofrimento antes e na hora da crucificação. Além do mais a crucificação era considerada desprezível pelos escritores da época como Flavio Josefo, historiador Judeu. O sofrimento de Cristo não foi só na hora da crucificação, Jesus foi levado a casa de Caifas, o sumo sacerdote,onde estava reunido com os anciãos e os escribas (Mt 26v. 57), o Sinedrio procurava testemunhos falsos para condená-lo, mas não acharam, acabaram julgando-o por blasfêmia. Sendo assim, Jesus começou a sofrer diversos ferimentos em seu corpo, bofetadas, cusparadas e murros (Mateus 26v.65-67).
Lucas 22v. 63 - “E os homens que detinham Jesus zombavam dele, ferindo-o.Após isto os Romanos também o flagelaram.
O FLAGELO ROMANO
Um homem açoitado pelos romanos era levado a um tronco de madeira, ele se curvava com suas mãos no tronco, era despido e ali existiam dois algozes.
O instrumento de tortura era um cabo de madeira com várias tiras de couro, e nas pontas pedaços de ossos ou ferros. Os golpes eram aplicados nas vitimas até 39 vezes, os cortes eram profundos porque estes ossos quando se encontrava com as carnes, alguns entravam nas costas e quando puxados traziam pedaços das costas. Muitas vítimas morriam no flagelo sem precisar chegar a cruz.
Além do sofrimento do açoite, uma coroa de espinhos foi colocada em sua cabeça.Os espinhos eram de mais ou menos 2 cm, imagine você após um flagelo ter que passar pelos escárnios dos soldados e depois ter em sua cabeça uma coroa de espinhos que produz cortes profundos no couro cabeludo fazendo-o sangrar.
Por isso Jesus não conseguiu levar a sua cruz-(Mateus 27v. 32-33/Marcos 15 v.15-20), o percurso teria que ser feito com os pés descalços, isto fazia com que os seus pés tivessem contato com as pedras pelo caminho, sem contar o peso da trave que deveria ser carregada da prisão até o lugar da crucificação.Jesus estava debilitado fisicamente e teria que fazer tudo isso!
Na hora da crucificação, a sua túnica deveria estar colada em seu corpo pelo sangue que escorria dos ferimentos, com certeza ela foi puxada com violência pelos soldados que não tiveram nenhum sentimento de pena ao flagelá-lo. As suas mãos e pés foram transpassados por pregos enormes para agüentar o seu corpo no madeiro, horas passam debaixo do sol, a dor é imensa, a única maneira de respirar é apoiando o seu corpo para cima, isto ocasionava mais dores profundos dos cravos em suas mãos e pés. Ele ficou pendurado na cruz .
Das 9 horas da manhã até antes do pôr-do sol ( Mc15v.25-33). Antes de Jesus ser retirado da cruz, o soldado transpassou o seu lado com uma lança e escorreu água misturada com sangue (Jo19v. 34), prova concreta de sua morte física, os próprios soldados deram veracidade sobre a sua morte quando não precisou quebrar os seus ossos das pernas ( Jo19v.33).
Pilatos também certificou a sua morte antes de entregar o seu corpo a José de Arimatéia (Mc 15v. 44-45).
Jesus foi enrolado em panos e especiarias e após isto foi colocado em um tumulo vigiado pela guarda romana por 3 dias (Mc 27v. 60 / Jô 19v. 39-40).
Levando em conta todos estes detalhes dados por testemunhas oculares da história, seria possível Jesus ter sobrevivido e acordado no tumulo? Se por acaso Ele supostamente tivesse acordado, teria sobrevivido sem cuidados médicos, água e comida? De certa forma, a criatividade para aprimorar as doutrinas religiosas contra a morte de Jesus é de certa forma rechaçada pelos acontecimentos e detalhes da história.
TEORIA DA SUBSTITUIÇÃO
As lendas da substituição são ensinadas por diversas correntes de pensamento contrárias a morte e ressurreição de Jesus, não é só o Islamismo que ensina esta teoria, mas já no século II, Frenaco, Basilede o gnóstico, ensinou que “Os judeus confundiram Jesus com Simão de Cirene, na hora de carregar a cruz, Simão tomou a forma de Jesus e após isto Jesus ficou ridicularizando os Romanos antes de subir ao céu”, outra teoria veio no Séc III com Mani da Pérsia, fundador da religião Maniqueísta, que o filho da viúva de Naim, que foi ressuscitado por Jesus teria morrido em seu lugar, segundo esta tradição, o diabo foi a vitima dessa troca.
Os mulçumanos defendem que Judas ou Simão de Cirene morreu no lugar de Jesus. A teoria de Thalibi, diz que a forma de Jesus teria sido colocada em Judas, e por isso Judas foi crucificado e depois de 3 horas Jesus teria subido ao céu. Outra hipótese dada por A.R. Doi, teólogo mulçumano, é que os soldados Romanos vieram com Judas para prender Jesus e se confundiram no escuro e levaram preso Judas e Jesus teria sido salvo e levado ao céu. Se Jesus foi substituído por Judas na cruz, quem se suicidou? Jesus?
Estas lendas começaram em 150 anos depois de Cristo entre pessoas influenciadas pelo gnosticismo, um dos aspectos importante sobre o tempo é que as afirmações ou posições são baseadas em tempos distantes do acontecimento, não tendo provas concretas para tais suposições.
As lendas são produtos de histórias das quais não possui nenhum tipo de Testemunha Ocular, as informações são passadas e repassadas adiante sem qualquer comprovação.A prova deste telefone sem fio está nas lendas urbanas e folclóricas. As especulações destas teorias são explicadas pela falta de conhecimento e da rejeição da morte e ressurreição, os teólogos islâmicos acreditam que Jesus teria sido levado ao céu vivo e que sua morte irá acontecer no futuro, outros supõem que a sua morte foi natural algum tempo depois da crucificação, mas não existe nenhum tipo de testemunho histórico ou testemunho ocular que amparem estas teorias.
OS EVANGELHOS PODEM CONTER LENDAS ?
Para que um crime ou qualquer acontecimento possa ser solucionado, a presença de pessoas que participaram ou presenciaram o fato é de suma importância para desvendar os detalhes e dar veracidade ao acontecido, estas pessoas são chamadas Testemunhas Oculares.
Dentro dos autores dos Evangelhos e dos documentos Neotestamentários, temos Mateus (Evangelho escrito por volta de 60 a 65 d. C), que presenciou a trajetória do Mestre. Mateus teve a oportunidade de ver os sinais que Jesus operava e decidiu segui-lo. Ele não era um iletrado, antes de conhecer Jesus ele exercia a função de cobrador de impostos, considerando a região que ele trabalhava, Mateus deveria dominar o Grego, Aramaico e o Latim, pois a sua região, Cafarnaum, na Galiléia, é apontada pela responsável de cobrar impostos de quem cruzava o Mar da Galiléia quanto os que percorriam a estrada de Damasco.
Além de Mateus temos João, outro discípulo que vinha de uma família com certa abastança, seu pai Zebedeu, fez crescer o seu empreendimento a ponto de contratar trabalhadores para auxiliá-lo em seu oficio de pescador. João era sócio de Pedro e André ( Lc 5v. 8-10). João foi o único que presenciou a crucificação (João 19v. 25-27). O seu Evangelho foi escrito por volta de 85 a 90 d.C.
Lucas foi companheiro de Paulo, homem também com capacidade intelectual e contatos próximos de todas as testemunhas que presenciaram a morte e ressurreição de Cristo, pois a sua missão era escrever para Teófilo os mínimos detalhes depois de ter tido uma acirrada investigação das origens das informações colhida por ele (Lc1v. 1-4). O escritor Lucas escreveu o livro de Atos e deixou registrado que Jesus se apresentou vivo com muitas provas incontestáveis durante 40 dias (Atos1v. 1-3). Lucas escreveu por volta de 60 d.C.
Marcos foi o primeiro a escrever o seu Evangelho, escrito por volta de 55 a 65 d.C., ele teve a oportunidade de ser companheiro de Pedro e de vários discípulos, um outro contato importante foi com Paulo, que na época de Jesus era um judeu rígido que foi ensinado aos pés de Gamalieu.Paulo não teria nenhum motivo para largar a Lei e a sua posição de destaque perante o Sinedrio e os políticos da época para seguir e morrer por uma lenda.
Se você analisar a datação dos Evangelhos e os livros que compõem o Novo Testamento, você irá perceber que muitas das testemunhas oculares estavam vivas e qualquer informação lendária poderia ser refutada pelos discípulos e outras testemunhas, assim sendo, as lendas não teriam sucesso. Para que uma lenda venha a vingar é preciso que as informações que são passadas não tenham nenhuma prova testemunhal,é defendido por alguns estudiosos que só depois de 4 a 8 gerações, as lendas tem seu lugar ao sol devido as informações se perdem no tempo e ninguém poder refutá-las.
A RESSUREIÇÃO
A morte de Cristo tem uma grande importância para os cristãos, mas a ressurreição é a essência do cristianismo, se Cristo não ressuscitasse , seria vã a nossa pregação. Evangelho seria um engodo e a nossa salvação uma grande farsa. O Apostolo Paulo escrevendo aos Romanos declara “Se com tua boca confessares a Jesus Cristo como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”.Jesus após a ressurreição, apareceu durante quarenta dias, no mesmo corpo físico e com as marcas dos pregos e da lança que o transpassou o lado. Quem nos dá este testemunho detalhado é o próprio Jesus quando visita os discípulos.
Lucas 24v. 39 “ Vedes as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Apalpai-me e vede; um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho.”
Tomé também duvidou e Jesus apareceu a ele e disse: “Põe aqui o teu dedo; vê as minhas mãos. Chega a tua mão e põe-na no meu lado. Não sejas incrédulo, mas crente”.(Jo20v. 28).
A prova de que Jesus estava com o seu próprio corpo é inegável e também comprova os detalhes de sua morte, pois apresentou as marcas que recebeu antes de morrer. Jesus colocou-se a prova de qualquer toque humano em suas feridas, o seu corpo era de carne e osso, se alimentou, foi reconhecido pelos seus discípulos quando apareceu, isto é, que a sua aparição pode ser vista e ouvida por aqueles que estavam presentes.Quando foi levado ao céu, recebeu o corpo glorificado.
A ressurreição é a prova da divindade de Cristo, do triunfo sobre o pecado, a morte e Satanás. Jesus também nos prometeu um corpo glorificado e ressurreto, uma das mais convictas provas disto foi o relato de Mateus após a ressurreição de Cristo: “Abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressurgiram. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. (Mt 27v. 52-53)”.
CORPO ROUBADO PELOS DISCIPULOS
Os discípulos não poderiam roubar o corpo de Jesus e inventar tal fato, levando em conta que o único que teve coragem de ir a crucificação foi João, os demais fugiram com medo de serem pegos e ter que pagar com as suas próprias vidas. Mateus escreveu que os soldados Romanos chegando a cidade anunciaram aos principais sacerdotes o que tinha acontecido, os mesmos que fizeram de tudo para crucificar Jesus. Mais uma vez os sacerdotes compraram as suas testemunhas com uma boa quantidade de dinheiro para declarar o que o corpo foi roubado: “Dizei que vieram de noite os seus discípulos e, enquanto domeis, o furtaram. Caso chegue aos ouvidos do governador, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança. Eles receberam o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E espalhou-se esta história entre os judeus, até os dias de hoje”.(Mt28v. 11-15).
Nenhum soldado seria débil de ter inventado esta história sem ter um auxilio, pois a guarda romana respondia por qualquer situação, os guardas teriam que pagar com as suas próprias vidas se acontecesse alguma coisa, aceitar a segurança dos sacerdotes era viável, pois além de terem recebido propina para acobertar o caso, Pilatos já tinha demonstrado no julgamento de Jesus que ele estava nas mãos dos religiosos. Se os discípulos tivessem roubado o corpo de Jesus, a pressão do sumo sacerdote seria suficiente para encontrá-lo e matar todos os discípulos com a mesma pena imposta a Jesus, a crucificação. Além disso Pilatos teria sido punido pelo roubo e a noticia teria chegado aos ouvidos de César, pois no julgamento de Cristo os judeus ameaçaram reclamar a César a respeito de Pilatos ( Jô 19v.12-13).
A GUARDA ROMANA PODERIA SER UMA TESTEMUNHA IMPORTANTE
Uma outra questão que deve ser levada em conta, é que Jesus disse sobre a sua ressurreição, podemos chegar à conclusão de que existia a possibilidade dada pelo próprio Cristo de três dias, como um ato de preocupação dos sacerdotes ou de Pilatos, a guarda Romana foi colocada no tumulo para comprovar que nada aconteceria, esta seria a maior prova de que a ressurreição de Cristo fosse uma fraude, o testemunho dos guardas. Imagina se Cristo continuasse da mesma forma que foi colocado dentro da sepultura? Os soldados seriam a maior testemunha que o corpo de Cristo estava inerte.
CORPOS MORTOS NÃO SAEM PARA VISITAS
Por muitas vezes,corpos foram roubados de seus túmulos,esta posição seria provável se ninguém nunca mais visse o corpo de Cristo, pois os casos de roubos de corpos de seus túmulos não tem registros de que alguém viu alguém que morreu aparecer vivo após tê-lo sepultado ! O caso de Jesus é diferente, esta teoria é totalmente improvável, pois Jesus foi visto morto e depois visto vivo mais de uma vez!
DANDO TESTEMUNHA COM A SUA PRÓPRIA VIDA
Outra posição sobre a ressurreição é a morte dos seguidores de Cristo.Ninguém daria a sua própria vida por um conto da carochinha! Se os cristãos não tivessem a certeza da ressurreição de Jesus, ninguém arriscaria a sua vida, prova disto que os mesmos que viram Jesus fazer milagres, curar libertar e perdoar pecados, não apareceram na crucificação. Pedro negou Jesus quando perguntaram a ele se era um dos que andavam com Cristo.O próprio Tomé reconheceu a divindade de Jesus após a sua aparição ! Só uma prova real de que Jesus teria ressurgido dentre os mortos poderia dar a certeza da vitória após a morte aos que antes foram omissos, a veracidade do fato ficou impregnada na alma dos seguidores de Cristo a ponto de dar a suas vidas que antes não tiveram coragem de fazer.
Paulo de perseguidor passou a ser perseguido.Estevão foi apedrejado, Tiago irmão de João, o primeiro mártir apostólico morreu a fio da espada, Filipe foi crucificado, Mateus foi assassinado com uma alabarda, Tiago o menor foi espancado pelos judeus aos 99 anos, André foi crucificado, Pedro também foi crucificado de cabeça par baixo e até o incrédulo Tomé também morreu pelo nome do Senhor, foi atravessado com uma lança.
Seria um conto de fadas a ressurreição de Jesus?
A grande parte das correntes religiosas, ou seja lá qualquer segmento que não aceita a morte e ressurreição de Cristo, se baseia em especulações e na má interpretação dos fatos. Talvez à vontade de entender a veracidade dos acontecimentos sobre a morte e ressurreição de Cristo não passe de um desejo com segundas intenções para apoiar seus próprios dogmas e doutrinas que seguem. Por mais que neguem os fatos, eles estão expostos para qualquer um analisar e verificar a verdade. A certeza de que Jesus foi o único que morreu e ressuscitou está nas evidências, isto nos aumenta a nossa fé e nos dá a grande esperança de um dia encontrarmos com Ele.

JESUS ESTÁ VIVO!

 Pr. Alexandre Farias Torres

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