terça-feira, 22 de dezembro de 2009

AGUARDANDO A VINDA DO SALVADOR


“E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel” (Mt 2.6).
Ao passar pelas ruas das cidades, qualquer um pode notar a presença de algum tipo de iluminação natalina. Os governantes, por força da tradição religiosa, tentam despertar, na consciência do povo, que o Natal se aproxima. Cria-se, então, uma expectativa, no afã de que todos participarão da maior festa registrada no calendário cristão. Isso acontece, principalmente, nos países que têm o cristianismo como religião.
Independentemente da interpretação que se dá ao evento, nenhum governo deseja excluir de sua agenda as celebrações do Natal. Infelizmente, para muitos, essa festa da cristandade, não mais se presta para anunciar a vinda do Salvador. Tornou-se uma ocasião onde a ênfase está totalmente voltada para o materialismo. Perdeu-se a vertente espiritual. O pensamento está concentrado no comércio. Explora-se, assim, a oportunidade para enriquecimento. Inverteu-se, então, o verdadeiro signifi cado do Natal. A expectativa da vinda do Salvador ficou em segundo plano.
Mas para nós, na qualidade de seguidores de Cristo, o Natal é a rica oportunidade que temos de proclamar ao mundo que o Emanuel vem, tanto para entrar em nosso coração quanto para trazer a verdadeira luz.
É como registrou o Evangelista na chegada do menino Jesus: “o povo que estava sentado em trevas viu uma grande luz; sim, aos que estavam sentados na região da sombra da morte, a estes a luz raiou”(Mt 4.16). Como nosso povo precisa dessa luz!
Há milhões e milhões que estão comprometidos com as trevas do mal. Para esses, só a luz verdadeira é que pode resgatá-los de tais trevas. O Senhor do Natal diz: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12).
Quem já o aceitou não vive mais nas trevas, já está na luz. Ela é sufi ciente em si mesma. Aquele que a encontra não procura outra luz. Isso em todo e qualquer sentido. Seja em termos filosóficos, morais, éticos, sociais, materiais, humanos e, espirituais.
Não há substituto para o Salvador! Só Ele é a luz do mundo. Ele é absoluto! Natal é, então, uma oportunidade que temos de trazer à memória do povo que a verdadeira luz chegou! Não há lugar para trevas.
O materialismo, as falsas religiões, o crime, a violência, a mentira, as desordens sociais, a imoralidade, a injustiça e toda e qualquer obra do reino das trevas são dissipadas diante do poder da verdadeira luz. É isso que a chegada do Natal faz. Vale a pena anunciá-la.
Outra grande obra que a chegada do Salvador proporciona a nós é a paz. “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens de boa vontade” (Lc 2.14) é uma das mensagens mais lindas do Natal. Como precisamos de paz!
Vamos aproveitar o Natal, para promover a paz entre nós, nos nossos lares, na Igreja, no local de trabalho, na escola, e em todo e qualquer lugar. O verdadeiro Natal traz paz. Apoderemo-nos dela!
A todos que vivemos neste mundo cheio de conflitos, a mensagem profética que anuncia a chegada do Salvador continua dizendo: “Porque um menino nos nasceu, um fi lho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz” (Is 9.6).

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